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Mostrando postagens de Agosto 4, 2012

Batalhão de Choque apreende ecstasy e maconha em Ponta Negra

Droga foi apreendida após denuncia de que local era usado como deposito de motos roubadas. Polícia ainda procura por fornecedor da droga. Por Tiago Medeiros

Policiais militares do Batalhão de Choque apreenderam 134 pílulas de ecstasy e mais de 23Kg de maconha, essa manhã (4) em duas residência no bairro de Ponta Negra, Zona Sul de Natal. 
De acordo com o oficial de operações do BPChoque, o local foi descoberto após denúncia anônima. “Recebemos a informação de que a casa era usada como depósito de motos roubadas e ao realizar buscas no local encontramos as pílulas de ecstasy e cerca de 3,5 Kg de maconha”.
Além da droga também foi apreendida na residência, duas balanças de precisão e 870 reais, em cédulas de pequeno valor. Um jovem, identificado apenas como Rodolfo, acabou preso após admitir propriedade da droga.
Após a prisão do jovem, os policiais descobriram o endereço do fornecedor do entorpecente e diligenciaram no sentido de prendê-lo, entretanto ele não foi localizado até o momen…

Oito detentos conseguem fugir de Alcaçuz

O presídio de Alcaçuz registrou a fuga de oito presos ontem à noite após uma apagão. Não se sabe ainda o que teria causado o problema no fornecimento. A pane que atingiu a unidade prisional aconteceu por volta das 20h da sexta-feira (3). Em pouco tempo, nove detentos fizeram duas teresas, uma espécie artesanal de escada, para pular o muro do pavilhão e o do presídio. No entanto, um dos detentos não conseguiu pular o muro da prisão e acabou sendo recolhido de volta à sua cela. Após o retorno da energia, foi verificado, através da contagem dos presos, que oito detentos conseguiram escapar. A fuga ocorreu entre as guaritas 3 e 4 e os fugitivos eram de celas diferentes.
A atual diretora da penitenciária, Dinorá Simas Lima Teodoro, disse que essa foi a primeira fuga em Alcaçuz após ela ter assumido o comando. Ela também não soube precisar se as duas guaritas onde ocorreram a fuga estavam com policiais ou não durante o período noturno.
saiba mais Juiz cogita proibir que Alcaçuz receba novos pr…

CARTILHA DE ARMAMENTO E TIRO

ORIGINALMENTE PUBLICADO: TERÇA-FEIRA, 2 DE AGOSTO DE 2011
CARTILHA DE ARMAMENTO E TIRO APRESENTAÇÃO Esta cartilha foi elaborada pelo Serviço de Armamento e Tiro da Academia Nacional de Polícia, tendo como objetivo principal fornecer os ensinamentos que serão cobrados em exame para a comprovação de capacidade técnica aos interessados em adquirir e/ou portar arma de fogo de uso permitido, de que trata o inciso III do Art. 4º e o inciso II do Art. 10, ambos da Lei nº 10.826, de 22 de dezembro de 2003, bem como o parágrafo 3° e o inciso VI do Art. 12, e o Art. 22 do Decreto nº 5.123, de 1º de julho de 2004.
O comprovante de capacitação técnica deverá atestar, necessariamente, que o pretendente demonstre ter conhecimento da conceituação e normas de segurança pertinentes à arma de fogo, conhecimento básico dos componentes e partes da arma de fogo e habilidade do uso da arma de fogo demonstrada, pelo interessado,
em estande de tiro. 1. ARMA DE FOGO

1.1. CONCEITODispositivo que impele um ou vários p…

Funcionamento do Revólver Calibre 38

Originalmente publicado: SEGUNDA-FEIRA, 1 DE AGOSTO DE 2011
Como funciona o revólver? por Fernando Tió Neto O princípio básico não tem segredo: quando alguém puxa o gatilho, entra em cena um sistema de alavancas e molas para fazer a pólvora da bala explodir. Impulsionada por esse estouro, a bala sai do cano a quase 700 km/h, causando muito estrago no alvo. Dá para dizer que a invenção do revólver foi um dos mais antigos processos de miniaturização. Afinal, a base de qualquer revólver é a mesma que a dos antigos canhões, em que uma bola de ferro era arremessada com a explosão da pólvora dentro de um tubo. Os primeiros revólveres eram realmente pequenos canhões - inclusive com o problema de ter de se recarregar a pólvora e a bala de metal a cada disparo. Para acabar com esse perrengue, o americano Samuel Colt, então com apenas 21 anos, patenteou em 1835 um novo tipo de arma com tambor - uma peça cilíndrica que armazena as balas e gira a cada disparo, deixando a arma pronta para o tiro segu…

A falácia da extinção da Polícia Militar

Quem se inicia na leitura de Filosofia logo é orientado a detectar uma falácia quando estiver diante de uma: raciocínios que, embora pareçam válidos, possuem inconsistências lógicas entre premissas e conclusão, tornando-a falsa. Um tipo comum de falácia é a conhecida como “non causa pro causa“, ou, em bom português, falácia da falsa causa. Diz o estudioso de lógica Irving Copi: “a fálacia da falsa causa indica o erro de tomar como causa de um efeito algo que não é sua causa real”. Para Copi, “o mero fato de coincidência ou sucessão temporal não basta para estabelecer qualquer relação causal”. Invocamos esta peculiaridade lógica em virtude da última moda entre nossos intelectuais de esquerdapedir o fim das polícias militares brasileiras. Para eles, a natureza militar das corporações que realizam policiamento ostensivo no Brasil (nossas PM’s) é fator causal dos abusos aos Direitos Humanos cometidos por policiais. No Brasil em que vivem nossos pensadores, policiais civis não torturam …