Ex-praticante de jiu-jistsu teria assassinado Máximo com um ‘mata leão’ no motel


A polícia também prendeu outro suspeito, que teria ficado com o carro e tentando vender peças e os pertences de Máximo.

Foto: Divulgação
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A equipe de investigadores da Delegacia de Homicídios (Dehom) prendeu na tarde desta quarta-feira, dois suspeitos pelo crime que chocou todo o Rio Grande do Norte nesse fim de semana. A morte brutal do estudante de administração, Máximo Augusto Medeiros de Araújo, 23 anos. O jovem foi encontrado morto no último domingo, em um terreno baldio no distrito Jacobina, entre Macaíba e São Gonçalo do Amarante.
Na manhã de ontem, o carro da vítima (Fiat Palio branco) foi encontrado abandonado em Candelária, na zona Sul de Natal, nas proximidades da Delegacia de Plantão. Desde então, peritos do Instituto Técnico-Científico de Polícia (ITEP) iniciaram as primeiras análises no veículo. A polícia, por outro lado, vinha ouvindo o depoimento de conhecidos do universitário, e ainda informou que analisaria o sistema de câmeras de imóveis no local em que o carro Fiat foi encontrado para identificação de possíveis suspeitos.
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Segundo a polícia, os suspeitos disseram que a vítima foi assassinada ainda dentro do motel. O ex-praticante de jiu-jitsu identificado como Jean de Araújo Rocha, de 19 anos, assumiu que matou Máximo com um golpe chamado ‘mata leão’, também conhecido como ‘gravata’, após se desentender com ele no motel, em Candelária. A vítima teria ingerido bastante bebida alcoólica durante a noite e não teve chances de defesa. O lutador seria frequentador assíduo da boate e garoto de programa (só para gays). Jean chorou ao ser preso e falou que está arrependido.
O corpo (despido) teria sido colocado dentro do carro do estudante e desovado em uma estrada carroçável no distrito Jacobina. Roupas da vítima foram encontradas, inclusive, no interior do Palio, mas carteira com dinheiro e documentos, relógio e celular foram roubados pelo grupo.
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