segunda-feira, 29 de julho de 2013

10 DICAS ÚTEIS PARA POLICIAIS QUE ANDAM ARMADOS EM TRAJES CIVIS OU DE FOLGA


1. Sua arma não lhe dá poderes sobrenaturais. Ou seja, tê-la na cintura não o torna invencível ou membro dos Avengers. Foi-se a época em que tinham medo de quem estava armado;
2. Estar armado em trajes civis muda sua forma de saque, o posicionamento de sua arma e também o condicionamento natural de acesso rápido a seu armamento. Ou seja, treine e esteja consciente desses três pontos;
3. Invista em um coldre para uso velado. Vai ser ridículo ter sua arma presa na borda da calça ou na sua cueca na hora do saque. Deixe essa gracinha para os três patetas;
4. Usa coldre velado em pochete abdominal ou de perna? Treine os saques também com esses acessórios! Sua arma não virá para sua mão de forma mediúnica e seus movimentos “finos” para abrir a pochete estarão prejudicados pelo estresse e pela carga de adrenalina que seu organismo recebeu. Lembre-se disso;
5. Sua boa intenção não é suficiente para identificá-lo como policial. Tenha E USE o distintivo que lhe caracteriza como tal. Sugiro que ele esteja posicionado na linha de cintura, no mesmo lado onde será realizado o saque. Quando do acesso a seu armamento, IMEDIATAMENTE o distintivo será visto, reduzindo drasticamente sua chance de ser confundido com um bandido;
6. Aumente a freqüência de manutenção de sua arma. Se antes suor não tinha tanto contato com seu armamento pelo fato de você estar fardado, agora vai ter!
7.  Houve troca de tiros (I) e precisou neutralizar a ameaça? Disparos em regiões periféricas do corpo NÃO SOLUCIONAM CONFLITOS ARMADOS. Aquela estória de ” … dá um tiro na mão…/…atira na perna…” é coisa de quem assiste muito filme e, obviamente, de “achistas” dos mais descarados; atinja o agressor social – em não havendo dúvida da necessidade legal de atuar – na região do torax, abdomem ou pelve gerando uma “cavidade permanente”. Isso aumentará sua possível sobreviência e a proteção de outras vítimas;
8. Houve troca de tiros (II) e precisou neutralizar a ameaça? Faça o seguinte:
a) cheque a sua volta a possibilidade de haver outros agressores e,
b) ato contínuo, de forma visual e tátil, veja se você está ferido – primeiro pescoço, região toráxica, depois abdominal, pélvica e parte interior das coxas (pontos onde hemorragias seriam mais graves); depois, parte interior dos braços e lateral do corpo;
c) é comum que você, por questões psicofisiológicas, não sinta ou perceba alguns ferimentos e nem faça uma checagem periférica para ver se há outras ameaças;
9. Potencialize sua possibilidade de sobrevivência tendo a certeza de que você tem chances de se ferir e vai ter que resistir a dor. Negar ou ter medo desse fator é um sinal de que você está pouco preparado para neutralizar uma ação com o uso da força letal;
10. Ligue para o 190 para comunicar o fato e para se identificar, descrevendo local, pessoas feridas (inclusive você) e como você está vestido, mantendo seu distintivo sempre a mostra; caso alguém se aproxime, mantenha-se alerta e não descuide da manutenção de sua proteção pessoal, pois hoje é raro agressores atuarem sozinhos.

Ten Cel PMDF Sant’Anna




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Motorista de ônibus fica furioso com assalto e atropela ladrão em cima da calçada

Publicado em 28 de julho de 2013,9:03

Por Elizangela Jubanski e Antônio Nascimento
Ladrão ficou preso embaixo de ônibus Foto: Antônio Nascimento/Banda B
Ladrão ficou preso embaixo de ônibus Foto: Antônio Nascimento/Banda B
O que era para ser um assalto rotineiro terminou com bandido atropelado. Um motorista do transporte coletivo de Curitiba, da linha Rebouças, foi assaltado no início da manhã deste domingo (28), na rua Alcides Munhoz, no bairro Mercês. Na fuga, o assaltante correu a pé e foi atropelado pelo motorista que tinha sido vítima dele minutos antes. O bandido foi para embaixo do coletivo e foi socorrido em estado grave para o Hospital Evangélico.
Faca utiliza no assalto. Foto: Antônio Nascimento/Banda B
Faca utiliza no assalto. Foto: Antônio Nascimento/Banda B
O assalto aconteceu por volta das 6 horas. O motorista contou à Banda B que a neblina estava forte pela manhã e viu, de longe, um homem parado no ponto de ônibus. “Olha, é aquele negócio, se você não para aqueles mais sujos é porque é preconceituoso, se para acontece isso. Tá louco” desabafou o motorista, que estava sozinho no micro-ônibus. Dito e feito. Assim que parou o ônibus foi ameaçado pelo bandido com uma faca. “Ele entrou me humilhando, me xingando. Disse que o celular era do meu filho e ele me mandou para aquele lugar. Foi horrível”, contou.
O bandido levou o celular, a bolsa, a carteira e a sacola com o troco do motorista. Tão logo o bandido desceu, o motorista fechou a aporta e arrancou em direção a ele. O micro-ônibus acabou colidindo contra uma parede quando o assaltante correu em direção a calçada.
O ladrão foi atropelado e parou embaixo do ônibus. Enquanto o motorista conseguia resgatar seus pertences, ele acionou o Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate) para resgatar o bandido. Na confusão, um marginal roubou, novamente, a bolsa do motorista, que ele deixou dentro do ônibus para tentar auxiliar o ladrão.
Os bombeiros tiveram dificuldades para tirar o homem debaixo do ônibus porque ao lado dele havia uma plantação espinhosa. Depois de quase 40 minutos ele foi resgatado e encaminhado em estado grave ao Hospital Evangélico. Lá, ele seria escoltado para depois ser autuado em flagrante por assalto. O motorista do ônibus teve de esperar a chegada do Batalhão de Polícia de Trânsito (Bptran) para realizar o teste do bafômetro.