segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

VIATURAS DO 9 ° BPM SÃO RECEBIDAS COM DISPAROS DE 12 E .40

No dia 21 de Dezembro de 2010, se dirigiu até a 14° DP a mãe de um jovem que nos relatou que o mesmo tinha sido raptado após ter trocado por drogas uma arma que deveria ter sido entregue ao marginal de alcunha de “colorau”, com base nas informações fornecidas como local e número de marginais foi montada a estratégia de resgate e detenção dos meliantes.

Foram deslocadas 4 VTRs sendo uma posicionada atrás de morro onde seria a possível rota de fuga e 3 na frente do morro. A ocorrência em si já era de alto risco pela alta periculosidade do marginal envolvido, colorau já reagiu a bala mais de 4 vezes a ação policial, com a chegada das VTRs no local do cativeiro a ocorrência se tornou dramática, antes mesmo dos policiais desembarcarem foram recebidos com disparos de P40 e calibre 12, foram mais 9 disparos e os PMs revidaram com mais de 120, os policiais se protegiam como podiam em um amontoado de tijolos um dos disparos atingiu a VTR na barra de ferro superior da Blazer e fatalmente atingiria o patrulheiro se não fosse esse obstáculo.

O bando rapidamente subiu o morro e ao atravessa lo roubaram um corsa preto.Com a VTR situada para evitar a fuga foi rapidamente tentada a comunicação mas novamente não se conseguiu “ pela falha de comunicação que existe naquela região “, os marginais passaram por trás da VTR o que poderia ter gerado o extermínio de todo o efetivo da VTR.

A “vítima” foi resgatada e nos relatou que naquele momento estava cavando a própria cova, um dos meliantes por apresentar problemas físicos se escondeu em um quintal próximo com uma arma calibre 12 e não reagiu mais ao ser encontrado.Infelizmente mais uma vez colorau consegue fugir e já declarou após o fato está revoltado com a ousadia da polícia em desafia lo e que irá matar policiais sendo o alvo principal os policiais lotados na base dos Guarapes.

Aprendizado:
  • O número de armas longas no 9 ° BPM é contado em 1 das mãos, são apenas 5. Sendo a região cercada de morros.
  • Falha no sistema de comunicação da PMRN poderia ter gerado uma tragédia.
  • A polícia civil deve nos ajudar, pois colorau é uma ameaça constante para a sociedade e policiais. Ele nunca agi sozinho e é bem assessorado .
  • Na ocorrência só tinham 2 armas longas, alguns policiais que estavam mais longe atiraram de pistola o que foi em vão pelo curto alcance.
  • Algum BPM que tenha uma FAMAE velha ou uma CT velha nos doem eu vos peço, somos carentes de tudo por aqui.
  • Estão de brincadeira com os profissionais, sem armas adequadas, sem treinamento, sem combustível, sem valorização, sem auto estima, são nossas vidas em jogo e de nossas famílias. 
http://caboheronides.blogspot.com/2010/12/viaturas-do-9-bpm-sao-recebidas-com.html

Policia Ambiental fez apreensão de passáros silvestres em Apodi


 
 
Após receber denúncia de populares do Município de Apodi/RN acerca de pássaros silvestres mantidos em cativeiro, o 3º Pelotão de Proteção Ambiental enviou a viatura CIPAM 03, comandada pelo Cabo Moura para averiguar a referida denúncia.

No bairro de Lagoa Seca daquele Município foi constatado no endereço do acusado a posse de nove (09) aves silvestres, sendo quatro (04) Galos de Campina, um (01) Papagaio, dois (02) Periquitos do Sertão, um (01) Papacu e um (01) Pintassilgo, os quais foram apreendidos.

 
 
O acusado foi conduzido à Delegacia e responderá por crime contra a fauna, tipificado no artigo 29 da Lei de Crimes Ambientais, onde a pena prevista é de detenção de seis meses a um ano e multa.

Vender, expor à venda, exportar, adquirir, guardar, ter em cativeiro ou depósito espécimes da fauna silvestre é crime ambiental. Denuncie!
 
Fonte: CIPAM  
 
http://sentinelasdoapodi.blogspot.com/2010/12/policia-ambiental-fez-apreensao-de.html

Tráfico conta com estrutura empresarial para gerir seus negócios

Tráfico conta com estrutura empresarial
para gerir seus negócios

Organização da venda de drogas no Rio conta com 14 diferentes cargos e funções
Marcelo Bastos e Mario Hugo Monken, do R7 | 22/12/2010 às 10h40
 
Uanderson Fernandes/Agência O Dia
Uanderson Fernandes/Agência O Dia
Traficantes costumam registrar toda movimentação financeira da quadrilha, assim como fazem as empresas. A organização, no entanto, ainda é rudimentar

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Para administrar os milhões de reais que o tráfico de drogas movimenta a cada mês no Rio de Janeiro, os criminosos tentam se estruturar como uma empresa. As quadrilhas possuem uma hierarquia de cargos, com possibilidade de ascensão. Os "funcionários" trabalham sob regime de plantão. E, para obter mais lucro em seus negócios, costumam adicionar substâncias aos entorpecentes. 
Os traficantes, no entanto, não vendem só drogas e diversificam cada vez mais suas atividades, explorando serviços como gatonet (TV a cabo clandestina) e distribuição de gás, além de abrir empresas.
A organização, no entanto, ainda é  muito rudimentar. Um exemplo disso são as anotações sobre a movimentação financeira, que normalmente são feitas à mão em cadernos ou blocos. Sem falar no fato de enterrarem parte do dinheiro.
Na estrutura hierárquica das quadrilhas há a participação de 14 diferentes agentes, dos quais oito têm ação direta, três têm cargos auxiliares e outros três são peças importantes, mas não encontradas em todas as favelas.
O primeiro na hierarquia do tráfico é o "dono" do morro. São os homens que dão as ordens nas favelas sob seu controle. A maior parte está presa, como Marcinho VP, Fernandinho Beira-Mar, entre outros, que administram os seus negócios de dentro da cadeia.
Logo abaixo, estão os "gerentes-gerais", também chamados de "frentes", que são homens de confiança dos ‘donos’, como FB (Fabiano Atanázio da Silva), na Vila Cruzeiro, e Pezão (Luciano Martiniano da Silva), no Alemão. Eles são os responsáveis pelos negócios na favela, a quem os outros gerentes são subordinados. Nenhum crime, como roubos e assassinatos, é praticado pelos criminosos sem autorização do frente.
Em seguida, estão os "gerentes de boca de fumo", como são conhecidos os pontos de venda de drogas. Além deles, há o gerente responsável pela venda de cada tipo de droga, como o gerente do crack e da cocaína. Todos os ‘funcionários’ da boca prestam contas a ele.
O cargo mais cobiçado pelos mais jovens é o de "vapor", o que vende a droga diretamente para o usuário. Segundo agentes ouvidos pelo R7, o cargo é muito procurado porque, a partir dele, os criminosos passam a receber por comissão, de acordo com a venda. Além disso, quem se destaca tem grande chance de chegar ao cargo de gerente.
Os que cobiçam o cargo de ‘vapor’ são os "soldados", responsáveis pela segurança da favela, e os "olheiros", que têm função de vigilância. Também conhecidos como 'fogueteiros' ou 'radinhos', por usarem morteiros e rádios de comunicação, eles precisam avisar sobre a chegada da polícia ou de traficantes rivais.
Aqueles que têm mais tempo trabalhando para o tráfico, mas que não conseguiram ser ‘promovidos’, geralmente atuam na "endolação", que consiste em embalar as drogas para a venda. Para os traficantes, os mais velhos são escolhidos porque não têm mais condições físicas de correr da polícia.
Outra figura importante é o "armeiro", que tem conhecimento técnico sobre armas e é o responsável pela manutenção de fuzis, metralhadoras e pistolas. Na maioria das vezes, ex-militares são recrutados para esta função.
Cargos auxiliares
Nas funções auxiliares estão as figuras do"fiel" (trabalha eventualmente para o tráfico, basicamente com a função de esconder armas e drogas em casa, por não ter ligação direta com o negócio, podem ser acionados a qualquer momento), "portador" (cargo normalmente ocupado por mulheres, que, na condição de visitantes de presos, transmitem informações entre quem está na cadeia e quem está na favela) e as "tias", mulheres mais velhas, em sua maioria parentes de presos, que escondem o dinheiro da quadrilha.
Os outros cargos relacionados são os de "matuto" (responsável por abastecer com grandes quantidades de armas e drogas as favelas cariocas, geralmente pegam o material na fronteira com o Paraguai e levam até o Rio), "químico" (presente em poucas favelas, somente naquelas em que há refinarias de cocaína, onde ele transforma a pasta base em cocaína em pó pronta para a venda) e "açougueiro" (especialista em corte de carne, esquarteja os corpos de desafetos mortos pelo tráfico, que são jogados em rios, aos porcos ou queimados, presente em poucas comunidades).
A remuneração dos "funcionários" do tráfico é feita de acordo com o faturamento das bocas de fumo. Um gerente, por exemplo, pode faturar de R$ 1.000 a R$ 6.000 mensais. O salário mais baixo de um soldado (segurança) gira em torno de R$ 600. Já entre os vapores, os ganhos variam de R$ 300 a R$ 400.
Investigações feitas pela polícia revelaram no início deste ano que, no morro de São Carlos, no Estácio, um efetivo de 324 'funcionários' gerava uma despesa de R$ 51 mil por semana. Somente na localidade do Querosene, 57 traficantes ganhavam R$ 120 cada, e seis ‘chefes de plantão’ recebiam R$ 300 semanais. Outros chefes de plantão chegavam a receber R$ 1.500.

http://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/noticias/trafico-conta-com-estrutura-empresarial-para-gerir-seus-negocios-20101222.html

Bandidos fazem o mesmo plantão de uma determinada equipe de policiais

Traficantes copiam escala de serviço da Polícia Militar

Bandidos fazem o mesmo plantão de uma determinada equipe de policiais
Marcelo Bastos e Mario Hugo Monken, do R7 | 23/12/2010 às 12h0h
André Mourão/Agência O Dia
André Mourão/Agência O Dia
Traficantes costumam trabalhar na mesma escala de plantão de policiais militares

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Os traficantes de drogas que atuam em favelas do Rio de Janeiro trabalham em regime de plantão e copiam a escala de serviço utilizada pela Polícia Militar. Em algumas favelas os bandidos chegam a inovar. O mesmo grupo de traficantes fica de serviço sempre no mesmo dia de uma determinada equipe de policiais militares.
- Os traficantes fazem isso porque ficam sabendo a forma como a equipe de policiais trabalha – conta um oficial da corporação.
Assim como PMs, os criminosos se revezam em plantões de 24 horas de trabalho por 48 ou 72 horas de descanso. Isso acontece principalmente em comunidades onde a situação é de tranquilidade, como explica um policial ouvido pelo R7.
 - Funciona como nos batalhões da PM. Em um batalhão onde a rotina de trabalho é mais tranquila, um policial consegue trabalhar por 24 horas. Já nas unidades onde a rotina é mais puxada, em uma área muito violenta, ele faz no máximo 12 horas de trabalho, é muito cansativo.
A situação pode mudar em favelas sob ameaça de invasão por quadrilhas rivais ou de ocupação policial. Nos dois casos, as folgas dos traficantes daquela comunidade são automaticamente suspensas, assim como aconteceu com a polícia do Rio durante a onda de ataques, em novembro, e, posteriormente, durante a ocupação do Complexo do Alemão.

 

A maior parte das bocas de fumo, no entanto, costuma funcionar das 16h até as 4h. Apenas as muito movimentadas ficam abertas 24 horas.
Entre os cargos que precisam estar de prontidão durante todo o dia, estão os de "soldado" e "olheiro", responsáveis pela segurança e vigilância da favela, respectivamente.
O R7 começou nesta quarta-feira (22) uma série de reportagens chamada Tráfico S/A, que mostra como traficantes de drogas têm organização semelhantes à de uma empresa para gerir seus negócios nas favelas do Rio. As quadrilhas possuem uma hierarquia de cargos, com possibilidade de ascensão. Os "funcionários" trabalham sob regime de plantão. E, para obter mais lucro em seus negócios, costumam adicionar substâncias aos entorpecentes.
Os traficantes, no entanto, não vendem só drogas e diversificam cada vez mais suas atividades, explorando serviços como gatonet (TV a cabo clandestina) e distribuição de gás, além de abrir empresas. Essa é a terceira parte da série Tráfico S/A, que será publicada pelo R7, nesta sexta-feira (24). 


http://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/noticias/traficantes-copiam-escala-de-servico-da-policia-militar-20101223.html


Lucro com maconha ultrapassa os 1.500% em favelas do Rio

Lucro com maconha ultrapassa
os 1.500% em favelas do Rio

Bandidos compram o quilo da droga por R$ 300 e faturam R$ 5.000 em cima
Marcelo Bastos e Mario Hugo Monken, do R7 | 27/12/2010 às 09h30
Carlo Wrede
Carlo Wrede
Maconha apreendida na Vila Cruzeiro, Complexo do Alemão, zona norte do Rio. Lucro com a droga é de mais de 1.500%, segundo policiais

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Além de criminoso, o tráfico de drogas é um negócio muito lucrativo no Rio de Janeiro. Com a venda de maconha, o lucro ultrapassa 1.500%, de acordo com fontes da polícia fluminense ouvidas pelo R7. O quilo é comprado pelos traficantes cariocas por R$ 300. Com a venda, o faturamento dos criminosos chega a R$ 5.000.
Já no comércio de crack, o lucro chega a 272%, enquanto com a cocaína fica em 266%, ainda segundo policiais. No caso da cocaína, o lucro com um quilo é de R$ 20 mil (comprada a R$ 12 mil e vendida a 32 mil). Já o crack é comprado por R$ 11 mil, o quilo, com lucro de R$ 30 mil.
Preso há um ano pela DHBF (Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense), o traficante conhecido como Cyborg ou DVD prestou um depoimento impressionante sobre a movimentação financeira do tráfico de entorpecentes na Vila Vintém, em Padre Miguel, na zona oeste do Rio, que, segundo ele, pode faturar mais de R$ 5 milhões por mês com a venda de drogas.
Ainda de acordo com Cyborg, a Vila Vintém conta com oito bocas de fumo, com sete "vapores" cada, como são chamados os que vendem a droga, num total de 56 ‘vapores’.

 
Cyborg admitiu vender três cargas de cocaína por dia. Cada carga contém 56 papelotes vendidos a R$ 10, num total de R$ 1.680. Dos R$ 560 faturados por carga, o vapor fica com R$ 60. Ou seja, por dia Cyborg recebia R$ 180, mais do que a maioria dos trabalhadores do país. Segundo os cálculos da polícia, o tráfico de drogas na Vila Vintém movimenta mais de R$ 100 mil, diariamente.                                                                                                                                     
 

Nos fins de semana, de sexta-feira a domingo, quando são realizados bailes funk, o movimento praticamente triplica. O traficante Cyborg disse que chegava a vender dez cargas de cocaína por dia, num total de R$ 16.800 movimentados apenas por ele, fora os outros 55 ‘vapores’.
 



A Vila Vintém é controlada pela mesma facção que tem como ‘quartel-general’ a favela da Rocinha, em São Conrado, zona sul do Rio, onde investigadores da Polícia Civil estimam um movimento de R$ 40 milhões por mês, principalmente com a venda de cocaína, considerada uma das mais puras da cidade. Na Cidade de Deus, em Jacarepaguá, na zona oeste, a cocaína costuma ser vendida por quatro preços (R$ 3, R$ 5, R$ 10 e R$ 20). A maconha sai por R$ 2, R$ 5 ou R$ 10.
 
Do total movimentado na maioria das favelas cariocas, aproximadamente 2/3 correspondem ao lucro. O "dono" do morro fica com 1/8, independentemente de a quadrilha ter algum prejuízo com grandes apreensões de drogas, como explica um investigador ouvido pelo R7.

 
- Se um traficante tem uma pistola ou um fuzil apreendido, ele vai ter que recuperar o valor do objeto, porque aquele armamento está sob a responsabilidade dele. Já se o prejuízo for em drogas, todos os integrantes são prejudicados, exceto o dono, que recebe o valor correspondente ao pagamento dele normalmente.
 
Entre as despesas do tráfico, estão a compra de drogas e armas, pagamento de pessoal, contribuição para a caixinha da facção, no caso da maior organização do Estado, que controlava o Alemão, advogados de presos e dinheiro para os internos, que recebem até R$ 50 por semana, além eventuais pagamentos de propina para maus policiais.

http://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/noticias/lucro-com-a-maconha-ultrapassa-os-1-500-em-favelas-do-rio-20101227.html

domingo, 26 de dezembro de 2010

Corpo de homem é encontrado em Parnamirim


Foi encontrado no bairro de Passagem de Areia, em Parnamirim, um corpo ainda não identificado oficialmente, mas segundo populares, se trata de Welington Inácio da Silva, idade desconhecida. Morto com arma de fogo, Welington era detento do sitema aberto. A polícia desconhece os motivos do crime


http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/corpo-de-homem-e-encontrado-em-parnamirim/168553

Homem é baleado em Currais Novos

Vítima estava em frente de casa em uma confraternização quando dois homens se aproximaram em uma moto e efetuaram dois disparos.

Por Geraldo Miranda


Uma rixa termina em tragédia na cidade de Currais Novos, a 172 quilômetros da capital do estado. Durante uma confraternização um homem foi baleado no rosto, na Rua Boa Vista, no bairro de Santa Maria Gorete. Dois homens que se aproximaram em uma moto Honda Pop Preta e efetuaram dois disparos.

O fato aconteceu por volta das 4h ma madrugada quando a vítima, Franciélio Fídelis Vital, que é conhecido como “Ciélio” estava em frente a sua casa em uma confraternização quando os dois homens conhecidos por “Dino” e “Teia” se aproximaram e abriram fogo contra a vítima.

A vítima foi socorrida no local, e em seguida encaminhada para Natal, porém familiares confirmaram que Ciélio perdeu a visão do olho esquerdo. Franciélio Fídelis já respondeu por tráfico de drogas e uma acusação de ameaça com arma de fogo, que o mesmo estaria mostrando as os rivais.

De acordo com informações de populares os acusados residem na Rua Padre Anchieta, no Bairro de Santa Maria Gorete há tempos tinham uma rixa com a vítima. A PM realizou diligencias durante o começo desta manhã, porém ninguém foi capturado.
 

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COMBATE VELADO | SAQUE VELADO | LADO R FT ANDRADE COMBAT | PARTE 1-25

Veja:  https://papamikejanildo.blogspot.com/2022/07/combate-velado-saque-velado-lado-r-ft.html https://papamikejanildo.blogspot.com/