quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Convênio garante 13 mil pistolas para a Polícia Militar do RN

Publicação: 25 de Agosto de 2011 às 13:12

Marco Carvalho
- Repórter

A Polícia Militar do Rio Grande do Norte irá receber mais de 13 mil pistolas tipo PT-100, calibre .40. O armamento é fruto de um convênio do Governo do Estado do Rio Grande do Norte com o Governo de São Paulo, recentemente firmado entre Rosalba Ciarlini e Geraldo Alckmin. As armas deixarão de pertencer à Polícia Militar daquele  Estado, que está trocando por outros tipos de pistolas mais leves.

A informação foi confirmada durante a manhã desta quinta-feira (25)  pelo comandante-geral da PM/RN, coronel Francisco Canindé de Araújo Silva - em pronunciamento no Quartel do Comando Geral em comemoração pelo Dia do Soldado. Ainda não há data para a transferência do armamento e início da utilização por parte do efetivo no Rio Grande do Norte.

Parte da PM/RN ainda trabalha com revólveres calibre 38, que são considerados equipamentos defasados na segurança pública. A quantidade de 13 mil pistolas, ultrapassa até mesmo o efetivo atual existente na Corporação. "O número faz referência ao efetivo previsto em lei. Hoje, trabalhamos com menos pessoal do que a lei garante", esclareceu o coronel Araújo.

O armamento foi garantido depois de que o governo de São Paulo afirmou que iria descartar as pistolas e abriu disputa nacional para outras corporações as adquirirem. O comando-geral no RN realiza contatos com o Exército Brasileiro para viabilizar a transferência dos equipamentos. O coronel Araújo anunciou ainda a aquisição de 1.100 novos coletes balísticos.


http://tribunadonorte.com.br/noticia/convenio-garante-13-mil-pistolas-para-a-policia-militar-do-rn/193601

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Munição


Munição


Munição
Munição é o conjunto de cartuchos necessários ou disponíveis para uma arma ou uma ação qualquer em que serão usadas armas de fogo.
Cartucho é o conjunto do projétil e os componentes necessários para lançá-lo, no disparo.
O cartucho para arma de defesa contém um tubo oco, geralmente de metal, com um propelente no seu interior; em sua parte aberta fica preso o projétil e na sua base encontra-se o elemento de iniciação. Este tubo, chamado estojo, além de unir mecanicamente as outras partes do cartucho, tem formato externo apropriado para que a arma possa realizar suas diversas operações, como carregamento e disparo.
O projétil é uma massa, em geral de liga de chumbo, que é arremessada à frente quando da detonação da espoleta e consequente queima do propelente. É a única parte do cartucho que passa pelo cano da arma e atinge o alvo.
Para arremessar o projétil é necessária uma grande quantidade de energia, que é obtida pelo propelente, durante sua queima. O propelente utilizado nos cartuchos é a pólvora, que, ao queimar, produz um grande volume de gases, gerando um aumento de pressão no interior do estojo, suficiente para expelir o projétil.
Como a pólvora é relativamente estável, isto é, sua queima só ocorre quando sujeita a certa quantidade de calor; o cartucho dispõe de um elemento iniciador, que é sensível ao atrito e gera energia suficiente para dar início à queima do propelente. O elemento iniciador geralmente está contido dentro da espoleta.



Partes de um cartucho

Um cartucho completo é composto de:
  • Projétil ou Projetil
  • Estojo
  • Propelente
  • Espoleta


Projétil
Projéteis
Projétil é qualquer sólido que pode ser ou foi arremessado, lançado. No universo das armas de defesa, o projétil é a parte do cartucho que será lançada através do cano.
O projétil pode ser dividido em três partes:
  • Ponta: parte superior do projétil, fica quase sempre exposta, fora do estojo;
  • Base: parte inferior do projétil, fica presa no estojo e está sujeita à ação dos gases resultantes da queima da pólvora.
  • Corpo: cilíndrico, geralmente contém canaletas destinadas a receber graxa ou para aumentar a fixação do projétil ao estojo.


Projéteis de chumbo
Como o nome indica, são projéteis construídos exclusivamente com ligas desse metal. Podem ser encontrados diversos tipos de projéteis, destinados aos mais diversos usos, os quais podemos classificar de acordo com o tipo de ponta e tipo de base.
Tipos de pontas:
  • Ogival: uso geral, muito comum;
  • Canto-vivo: uso exclusivo para tiro ao alvo; tem carga reduzida e perfura o papel de forma mais nítida;
  • Semi canto-vivo: uso geral;
  • Ogival ponta plana: uso geral; muito usado no tiro prático (IPSC) por provocar menor número de "engasgos" com a pistola;
  • Cone truncado: mesmo uso acima.
  • Semi-ogival: também muito usado em tiro prático;
  • Ponta oca: capaz de aumentar de diâmetro ao atingir um alvo humano (expansivo), produzindo assim maior destruição de tecidos.


Projéteis encamisados
São projéteis construídos por um núcleo recoberto por uma capa externa chamada camisa ou jaqueta. A camisa é normalmente fabricada com ligas metálicas como: cobre e níquel; cobre, níquel e zinco; cobre e zinco; cobre, zinco e estanho ou aço. O núcleo é constituído geralmente de chumbo praticamente puro, conferindo o peso necessário e um bom desempenho balístico. Os projéteis encamisados podem ter sua capa externa aberta na base e fechada na ponta (projéteis sólidos) ou fechada na base e aberta na ponta (projéteis expansivos). Os projéteis sólidos têm destinação militar, para defesa pessoal ou para competições esportivas. Destaca-se sua maior capacidade de penetração e alcance.
Os projéteis expansivos destinam-se à defesa pessoal, pois ao atingir um alvo humano é capaz de amassar-se e aumentar seu diâmetro, obtendo maior capacidade lesiva. Esse tipo de projétil teve seu uso proibido para fins militares pela Convenção de Genebra. Os projéteis expansivos podem ser classificados em totalmente encamisados (a camisa recobre todo o corpo do projétil) e semi-encamisados (a camisa recobre parcialmente o corpo, deixando sua parte posterior exposta. Os tipos de pontas e tipos de bases são os mesmos que os anteriormente citados para os projéteis de chumbo.


Projéteis expansivos
São projéteis que tem a expansão maior, como um projétel de um fuzil ou rifle.
Os projéteis expansíveis também são conhecidos com projeteis "dum-dum", Existe o mito popular de que o nome "DumDum" siginifica que:O 1º "Dum" é do disparo e o 2º "Dum" da expansão do projetil, mas a origem do nome "DumDum" está associado a este tipo de projétil devido os primeiros estudos e desenvolvimento deste tipo de projétil ocorrerem na cidade de DumDum na Índia, pela Inglaterra.
Para maiores detalhes: dumdum (arma)


Cápsula, estojo ou invólucro
Estojos
O estojo é o componente de união mecânica do cartucho, apesar de não ser essencial ao disparo, já que algumas armas de fogo mais antigas dispensavam seu uso, trata-se de um componente indispensável às armas modernas. O estojo possibilita que todos os componentes necessários ao disparo fiquem unidos em uma peça, facilitando o manejo da arma e acelera o intervalo em cada disparo.
Atualmente, a maioria dos estojos são construídos em metais não-ferrosos, principalmente o latão (liga de cobre e zinco), mas também são encontrados estojos construídos com diversos tipos de materiais como plásticos (munição de treinamento e de espingardas), papelão (espingardas) e outros.
A forma do estojo é muito importante, pois as armas modernas são construídas de forma a aproveitar as suas características físicas.
Para fins didáticos, o estojo será classificado nos seguintes tipos:
  • Quanto à forma do corpo:
    • Cilíndrico: o estojo mantém seu diâmetro por toda sua extensão;
    • Cônico: o estojo tem diâmetro menor na boca, é pouco comum; e
    • Garrafa: o estojo tem um estrangulamento (gargalo).
Cabe ressaltar que, na prática, não existe estojo totalmente cilíndrico, sempre haverá uma pequena conicidade para facilitar o processo de extração. Os estojos tipo garrafa foram criados com o fim de conter grande quantidade de pólvora, sem ser excessivamente longo ou ter um diâmetro grande. Esta forma é comumente encontrada em cartuchos de fuzis, que geram grande quantidade de energia e, muitas vezes, têm projéteis de pequeno calibre.
  • Quanto aos tipos de base:
    • Com aro: com ressalto na base (aro ou gola);
    • Com semi-aro: com ressalto de pequenas proporções e uma ranhura(virola);
    • Sem aro: tem apenas a virola; e
    • Rebatido: A base tem diâmetro menor que o corpo do estojo.
A base do estojo é importante para o processo de carregamento e extração, sua forma determina o ponto de apoio do cartucho na câmara ou tambor (headspace), além de possibilitar a ação do extrator sobre o estojo.
  • Quanto ao tipo de iniciação:
    • Fogo Circular(anelar): A mistura detonante é colocada no interior do estojo, dentro do aro, e detona quando este é amassado pelo percursor;
    • Fogo Central: A mistura detonante está disposta em uma espoleta, fixada no centro da base do estojo.
Cabe lembrar que alguns tipos de estojos nos diversos itens da classificação dos estojos não foram citados por serem pouco comuns.


Propelente
Propelente ou carga de projeção é a fonte de energia química capaz de arremessar o projétil a frente, imprimindo-lhe grande velocidade. A energia é produzida pelos gases resultantes da queima do propelente, que possuem volume muito maior que o sólido original. O rápido aumento de volume de matéria no interior do estojo gera grande pressão para impulsionar o projétil.
A queima do propelente no interior do estojo, apesar de mais lenta que a velocidade dos explosivos, gera pressão suficiente para causar danos na arma, isso não ocorre porque o projétil se destaca e avança pelo cano, consumindo grande parte da energia produzida.
Atualmente, o propelente usado nos cartuchos de armas de defesa é a pólvora química ou pólvora sem fumaça. Desenvolvida no final do século passado, substituiu com grande eficiência a pólvora negra, que hoje é usada apenas em velhas armas de caça e réplicas para tiro esportivo. A pólvora química produz pouca fumaça e muito menos resíduos que apólvora negra, além de ser capaz de gerar muito mais pressão, com pequenas quantidades.
  • Dois tipos de pólvoras sem fumaça são utilizadas actualmente em armas de defesa:
    • Pólvora de base simples: fabricada a base de nitrocelulose, gera menos calor durante a queima, aumentando a durabilidade da arma; e
    • Pólvora de base dupla: fabricada com nitrocelulose e nitroglicerina, tem maior conteúdo energético.
O uso de ambos tipos de pólvora é muito difundido e a munição de um mesmo calibre pode ser fabricada com um ou outro tipo.
Espoletas


Espoleta ou cápsula
A espoleta é um recipiente que contém a mistura detonante e uma bigorna, utilizado em cartuchos de fogo central.
A mistura detonante, é um composto que queima com facilidade, bastando o atrito gerado pelo amassamento da espoleta contra a bigorna, provocada pelo percursor. A queima dessa mistura gera calor, que passa para o propelente, através de pequenos furos no estojo, chamados eventos.
  • Os tipos mais comuns de espoletas são:
    • Boxer: muito usada atualmente, tem a bigorna presa à espoleta e se utiliza de apenas um evento central, facilitando o desespoletamento do estojo, na recarga;
    • Berdan: utilizada principalmente em armas de uso militar, a bigorna é um pequeno ressalto no centro da base do estojo estando a sua volta dois ou mais eventos; e
    • Bateria: utilizada em cartuchos de caça, tem a bateria incorporada na espoleta de forma a ser impossível cair, facilitando o processo de recarga do estojo.
Outros tipos de espoletas foram fabricados no passado, mas hoje são raros de serem encontrados.



Munições Copper Bullet


O FBI, agência policial do EUA mundialmente conhecida e respeitada, no intuito de dar aos seus agentes o que há de melhor em termos de munição, estabeleceu regras rígidas às quais os projéteis dos cartuchos a serem utilizados em serviço devem ser submetidos e aprovados e que ficaram conhecidas por “Protocolo FBI”.

As munições Copper Bullet CBC têm excelente desempenho quando submetidas ao protocolo do FBI (Federal Bureau of Investigation) dos EUA, com suas rígidas especificações de eficiência balística contra alvos vestidos com roupas de inverno ou posicionados atrás de portas de madeira, gesso, vidro de pára-brisas e até chapas duplas de aço (simulando porta de veículo).

As mais renomadas instituições Policiais no mundo estão desenvolvendo protocolos próprios, que somente podem ser atendidos com munições com características da Copper Bullet CBC.

Teste em Vidro de Automóvel
Este é um dos testes exigidos pelo protocolo do FBI, que são reproduzidos no Laboratório Balístico próprio e exclusivo da CBC.
Tipo de testeCalibreGelatina BalísticaPára-brisa de veículoChapas de açoMadeira
Expansão em % o diâmetro original.45
.40
.9 mm
63%
55%
90%
26%
20%
10%
20%
10%
10%
-
Retenção do peso em % do original.45
.40
.9 mm
100%
100%
100%
100%
100%
100%
100%
100%
100%
100%
100%
100%
Penetração na gelatina balística (polegadas).45
.40
.9 mm
12
12
11
15
18
20
15
18
20
18
20
25




A CBC, há quase 8 décadas atuando como parceira das forças policiais, tem como um dos seus principais objetivos, desenvolver produtos no estado da arte para Segurança Pública.

Cada vez mais, a Segurança Pública exige produtos desenvolvidos com fins específicos e que atendam às necessidades e características próprias do nosso país.

Para aumentar e melhorar o desempenho das munições destinadas ao uso policial, a munição Copper Bullet CBC adotou uma solução inovadora: seus projéteis são fabricados em cobre puro e com ponta oca de dimensões e formato especialmente projetados. Ela possui o melhor em poder de parada (stopping power), mesmo em disparos indiretos e suas massas, velocidades e energias foram determinadas para garantir as seguintes características:
  • Ótima precisão nos disparos.
  • Retenção de 100% de sua massa (peso) quando do impacto com o alvo, não existindo a possibilidade da separação da camisa do núcleo ou fragmentação do projétil.
  • Excelente poder de parada (stopping power).
  • Manutenção da trajetória mesmo após tranfixação de alvos rígidos.
  • Grande capacidade de penetração nos materiais de "barricadas", pelo fato de ser monobloco de cobre.
Comparação entre as cavidades temporárias resultantes de um projétil 9mm Copper Bullet e de um projétil convencional ETOG 9mm de 124gr.


A munição Copper Bullet CBC passa a compor a ampla linha de produtos policiais CBC: a linha Police Defense.

CalibreProjétilVelocidade na BocaEnergia na BocaProvete
(polegadas)
TipoPesom/spés/sJouleslb-pé
gramasgrains
9mm LugerCXPO6,0092,64051.3304923644" (NEW)
.40 S&W8,421303631.1905554094" (NEW)
.45 Auto+P10,691653351.1006004435" (NEW)
CXPO = Cobre Expansivo Ponta Oca
http://www.cbc.com.br/municoes/muni_copper/index.php?acao3_cod0=1f59b401a2ce411ddf1485b595f510b1

sábado, 13 de agosto de 2011

Túnel de Vento


Túnel de vento

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Túnel de vento na Alemanha em 1935.
Túnel de vento da NASA.
Tunel de vento - é uma instalação que tem por objetivo simular para estudos o efeito do movimento de ar sobre ou ao redor de objetos sólidos.
Túneis de vento são muito utilizados em laboratórios de modelos físicos para a determinação de parâmetros nos projetos de aviões,automóveiscápsulas espaciaisedifíciospontesantenas e outras estruturas de construções civis.
A construção de modelos físicos, em escalas reduzidas, embora tentada anteriormente por ArquimedesLeonardo Da Vinci e outros estudiosos só foi possível após a descoberta da Teoria da Semelhança Mecânica por Isaac Newton e do Teorema de Bridgman.
Nos modelos aerodinâmicos a semelhança mecânica aplicada é a de Mach, nos modelos hidrodinâmicos de escoamentos em condutos forçados utiliza-se a chamada Semelhança de Reynolds e nos condutos livres ( canaisusinas hidrelétricasvertedores) utiliza-se a chamada Semelhança Mecânica de Froude.
No Brasil, túneis de vento subsônicos pequenos e médios podem ser encontrados em algumas instituições de ensino e pesquisa. EmSão paulo, no IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) existe o maior túnel de vento subsônico de toda a América Latina, que permite aos meteorologistas, por exemplo, simular catástrofes como o Furacão Catarina e, observar como uma construção reage no quesito daaerodinâmica.
Além destes, túneis de ventos supersônicos, para estudos aeroespaciais, podem ser encontrados no ITA[1], em São José dos Campos, e na UFABC, em Santo André[2].
Estes são modelos de tuneis horizontais. Outro modelo de túnel do vento são os Tuneis de vento vertical. Estes equipamentos podem utilizar o princípio de propulsão ou de sucção. o vento dentro dele pode atingir velocidades superiores a 250km/h fazendo com que qualquer pessoa possa flutuar dentro dele. São utilizados para simular a queda livre e servem para treinamento de paraquedistas em diversas situações ou posições.
Nos Túneis de Sucção o Ar que circula pelo seu interior pode ou não ser reaproveitado, os que reaproveitam o ar são conhecidos como recirculados e são mais econômicos. Já existem varios túneis verticais instalados pelo mundo. Onde um dos mais conhecidos fica emOrlando, sendo um dos primeiros. Na área de Paraquedismo do Arizona onde esta o Time de paraquedismo Arizona AirSpeed (Atuais Campeões do Mundo na modalidade FQL 4) [3] também esta instalado um Túnel do vento Com a disponibilidade deste equipamento, tornou-se mais produtivo fazer treinamentos combinados entre horas de túnel e saltos, pois no túnel se utiliza todo o tempo que se esta exposto ao vento e durante os saltos o tempo de queda livre utilizado é menor, pois os paraquedistas precisão se separar para poderem comandar seus paraquedas. [4]

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Referências
  1.  (em portuguêsITA - Inaugurado o Túnel de Vento de Ensino e Pesquisa do ITA
  2.  (em portuguêsMEC - Jornal francês destaca investimento do Brasil
  3.  (em portuguêsInema - Conheca a modalidade de Paraquedismo FQL
  4.  (em inglêsSkyventure - SkyVenture Corporate Website

Commons
Commons possui multimídias sobreTúnel de vento

COMBATE VELADO | SAQUE VELADO | LADO R FT ANDRADE COMBAT | PARTE 1-25

Veja:  https://papamikejanildo.blogspot.com/2022/07/combate-velado-saque-velado-lado-r-ft.html https://papamikejanildo.blogspot.com/