Lideranças estaduais pressionam para que primeiro turno seja votado nesta quarta-feira
Nesse momento, um bate-boca envolve militares e o líder do
Governo federal, deputado Cândido Vaccarezza,em seu gabinete,na Câmara dos Deputados, em Brasília. Enquanto as lideranças estaduais propõem que o primeiro turno da votação da PEC-300 ocorra ainda nesta quarta-feira (16), o parlamentar sugere que os dois turnos só sejam colocados em votação na semana que vem. Antes, porém, houve agressões físicas entre agentes do Executivo e a categoria. A Gazetaweb, com exclusividade, acompanhou, por telefone, o processo de negociação.
Representantes do Rio de Janeiro se disseram desacreditados, afirmando que se saíssem de Brasília sem a votação, “jamais colocariam os pés novamente na Câmara”. O presidente da Associação de Cabos e Soldados (ACS/AL), Wagner Simas, também entrou na discussão. “Deputado, somos pressionados em nossos estados e já não temos mais o que falar para os nossos militares”- disse Wagner Simas.
O impasse começou com o posicionamento do líder do governo, o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP). “Vocês sabem que não sou contrário à votação da trezentos. A votação dos outros projetos já foi iniciada e não há como votar a PEC de vocês hoje. Cada instituição tem uma liturgia e nós temos a nossa. Eu falo, vocês vaiam, não estou preocupado com vaias . Vou entrar em contato com o Marcos Maia, mas a minha proposta é a melhor. Eu tenho um acordo com Michel Temer, mas vou ver o que pode ser feito”- disse Vaccarezza.
A informação das lideranças militares é a de que o presidente da Câmara, em exercício, deputado Marcos Maia se colocou à disposição para acelerar o processo de votação, dependendo apenas da autorização do líder do governo.
“O Marcos Maia disse que se o Vaccarezza autorizar, ele coloca em pauta e convoca as lideranças. Vamos ficar aqui até uma hora da manhã, duas, mas não sem respostas”- disse o sargento Simas. Ele reafirma que o clima é tenso no Distrito Federal.
Governo federal, deputado Cândido Vaccarezza,em seu gabinete,na Câmara dos Deputados, em Brasília. Enquanto as lideranças estaduais propõem que o primeiro turno da votação da PEC-300 ocorra ainda nesta quarta-feira (16), o parlamentar sugere que os dois turnos só sejam colocados em votação na semana que vem. Antes, porém, houve agressões físicas entre agentes do Executivo e a categoria. A Gazetaweb, com exclusividade, acompanhou, por telefone, o processo de negociação.
Representantes do Rio de Janeiro se disseram desacreditados, afirmando que se saíssem de Brasília sem a votação, “jamais colocariam os pés novamente na Câmara”. O presidente da Associação de Cabos e Soldados (ACS/AL), Wagner Simas, também entrou na discussão. “Deputado, somos pressionados em nossos estados e já não temos mais o que falar para os nossos militares”- disse Wagner Simas.
O impasse começou com o posicionamento do líder do governo, o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP). “Vocês sabem que não sou contrário à votação da trezentos. A votação dos outros projetos já foi iniciada e não há como votar a PEC de vocês hoje. Cada instituição tem uma liturgia e nós temos a nossa. Eu falo, vocês vaiam, não estou preocupado com vaias . Vou entrar em contato com o Marcos Maia, mas a minha proposta é a melhor. Eu tenho um acordo com Michel Temer, mas vou ver o que pode ser feito”- disse Vaccarezza.
A informação das lideranças militares é a de que o presidente da Câmara, em exercício, deputado Marcos Maia se colocou à disposição para acelerar o processo de votação, dependendo apenas da autorização do líder do governo.
“O Marcos Maia disse que se o Vaccarezza autorizar, ele coloca em pauta e convoca as lideranças. Vamos ficar aqui até uma hora da manhã, duas, mas não sem respostas”- disse o sargento Simas. Ele reafirma que o clima é tenso no Distrito Federal.
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