quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Feriadão teve 61 acidentes e duas mortes nas rodovias federais



Números são maiores que o do feriadão do ano passado, mas, de acordo com a PRF, em 2009 foram apenas quatro dias de operação.

Por Thyago Macedo

Foto: Túlio Duarte
Os cinco dias contados pela Polícia Rodoviária Federal como feriadão tiveram um total de 61 acidentes e duas mortes nas rodovias federais do Rio Grande do Norte. Os números são maiores que o do feriadão do ano passado, mas, de acordo com a PRF, em 2009 foram apenas quatro dias de operação.

Além das duas mortes contabilizadas em 2010, os 61 acidentes deixaram 36 pessoas feridas. As mortes aconteceram na BR 229, em um trecho entre as cidades de Santa Cruz e Campo Redondo, e na BR 406, em Ceará - Mirim.

A Polícia Rodoviária Federal realizou desde a sexta-feira (8) até esta terça-feira (12) um total de 458 testes de bafômetro, que resultaram na autuação de 23 pessoas. Outras 19 pessoas foram detidas por crimes diversos.

O chefe do Núcleo de Comunicação da PRF, inspetor Roberto Cabral, considera o feriadão tranquilo. “Tivemos uma média de 12 acidentes por dia, o que é considerado dentro do padrão”, explicou.

No ano passado, a Polícia Rodoviária havia registrado em quatro dias de feriadão um total de 49 acidentes e apenas uma morte.

Rodovia estadual
Nas rodovias estaduais, um acidente grave matou o policial civil Júlio César Soares, de 51 anos. A colisão aconteceu na noite do sábado (9), na RN-203, entre São Paulo do Potengi e São Pedro do Potengi. 

O policial civil dirigia em direção a São Pedro do Potengi, quando o motorista de outro carro, ao tentar realizar uma ultrapassagem em um ponto errado da pista, chocou-se com o carro de Júlio César.

O agente dirigia um Chevrolet Meriva e o acidente foi com um Fiat Siena. Com o choque entre os dois carros, o motor do Meriva explodiu, carbonizando o policial.

Tropa de Elite 2 arrecada maior bilheteria nacional


Filme de José Padilha superou o posto mais alto com 1,29 milhão de pessoas
Do Cineclick
DivulgaçãoDivulgação
Wagner Moura, em cena do filme

Tropa de Elite 2  superou o posto mais alto das bilheterias nacionais. Até esta segunda (11), o longa de José Padilha havia levado 1 milhão de espectadores para as os cinemas, mas nesta terça (12/10), com a contagem oficial do domingo, constatou-se que 1,29 milhão de pessoas lotaram as salas de projeção do país para assistir a história do capitão/coronel Nascimento.
No total, o filme arrecadou R$ 13,9 milhões de reais de bilheteria. Número esse que nenhuma outra produção brasileira conseguiu atingir até o momento. Anteriormente, 661 salas estavam exibindo Tropa 2, mas, por conta da grande procura, esse número chegou a 703.
A história de Tropa de Elite 2: Agora que o capitão Nascimento virou coronel, os inimigos dele ficaram bem mais perigosos. Dez anos se passaram e Nascimento cresceu na carreira: virou o comandante geral do BOPE e, depois, subsecretário de Inteligência. Com isso, o BOPE cresce e o tráfico de drogas começa a passar por maus bocados nas mãos do coronel. Nessas, políticos e policiais corruptos se envolvem e tornam a vida de Nascimento um perigo.



Tropa de Elite 2 atrai multidões e amplia liderança de bilheteria

Centenas de pessoas na busca por ingressos para o filme de Padilha



Camila Botto | Redação CORREIO
camila.botto@redebahia.com.br

Apesar de ser Dia das Crianças, foram os adultos que lotaram o UCI Orient Iguatemi na tarde de ontem, aproveitando o feriado para assistir ao filme Tropa de Elite 2. O filme, dirigido por José Padilha e estrelado pelo baiano Wagner Moura, bateu recorde de bilheteria nos seus primeiros dias de exibição.

Até domingo, atraiu quase 1,3 milhão de espectadores em todo o país, arrecadando R$ 13,9 milhões. Se continuar assim, Marco Aurélio Marcondes, responsável pelo lançamento, estima que, até o próximo final de semana, Tropa de Elite 2 alcance 2,7 milhões de ingressos vendidos. “A crítica está falando super bem e minha expectativa só aumentou”, disse Renata Joyce, 28 anos, que demorou cerca de meia hora na fila.
Além de Renata, o casal Roberto Oliveira e Isabeli Brandão, ambos com 16 anos, enfrentou 40 minutos de fila para conseguir garantir o concorrido ingresso. “Se fosse qualquer outro filme, eu já teria desistido, mas só se fala nisso nas ruas e eu não quero ficar de fora”, disse a estudante Amanda Sampaio, 21 anos.
No filme, o agora Coronel Nascimento é expulso do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e vira subsecratário da Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro, onde se depara com a força das milícias.

Homem é suspeito de matar a ex-mulher em frente a delegacia em Itajaí (SC)



A vítima já tinha registrado seis boletins de ocorrência contra o ex-companheiro
Do R7, com Rede Record
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Cansada de apanhar do ex-marido, uma dona de casa procurou a polícia de Itajaí (SC) para registrar o sétimo boletim de ocorrência contra ele, mas foi morta na porta da delegacia. Segundo a polícia, Márcia Regina Pacheco teve uma discussão com o ex-companheiro e acabou baleada.
O suspeito foi preso em flagrante. Mas antes, mesmo como todas as denúncias feitas pela dona de casa, ele nunca tinha sofrido nenhuma punição.
Assista ao vídeo:


Presidente do Chile discursa para imprensa após o primeiro resgate



"Nunca antes se tentou um resgate desta magnitude",falou o presidente, em discurso feito à imprensa por volta das 0h30 desta quarta-feira.

Por Redação, com informações da Globo News

Após abraçar dar um abaço apertado no primeiro mineiro resgatado, Florênico Ávalos, o presidente do Chile, Sebastián Piñera, discrusou emocionado dizendo que que esta é "uma noite que o mundo não esquecerá".

"Nunca antes se tentou um resgate desta magnitude",falou o presidente, em discurso feito à imprensa por volta das 0h30 desta quarta-feira, pouco depois de ter abraçado Florencio Ávalos, o primeiro mineiro a ser resgatado da mina onde estava preso há 69 dias.


Músico é assassinado por ter "olhado" para mulher comprometida



Erivaldo Jeferson, do grupo Axé Obá, foi morto a tiros nesta terça-feira (12), no Gramoré. Acusado de mandar matá-lo está preso.

Por Thyago Macedo


O músico Erivaldo Jeferson de Medeiros, de 33 anos, foi assassinado a tiros nesta terça-feira (12), no conjunto Gramoré, na Zona Norte de Natal. De acordo com a polícia, o motivo para a morte teria sido um desentendimento entre a vítima e um jovem que o acusava de ter olhado para uma mulher.

Segundo informações do 4º Batalhão da Polícia Militar, Wallace Alves da Silva, de 19 anos, foi preso logo após o crime como sendo o mandante do homicídio. “O acusado estava com uma mulher quando Erivaldo passou pelo local acompanhado de um amigo. A partir daí, Wallace afirmou que os homens que estavam olhando para sua companheira”, conta o tenente George.

Erivaldo Jéferson e o amigo tiveram uma discussão com Wallace por causa da mulher, mas depois disso deixaram o local.

No entanto, de acordo com o que foi apurado pela polícia, Wallace Alves não se deu por satisfeito e chamou mais dois amigos para acertar contas com o músico. Dois homens identificados como Goiabinha e Berguinho seguiram as vítimas.

Já na rua Jardinópolis, ainda no Gramoré, os acusados abordaram Erivaldo e o amigo e começaram a atirar. Três disparos atingiram o músico, que teve o pulmão e o coração perfurado.

Ele ainda chegou a ser socorrido por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, mas morreu a caminho do hospital. Erivaldo Jeferson de Medeiros era percussionista do grupo Axe Obá.

Sistema falha na defesa a testemunha


Roberta Trindade - repórter


Um  trabalhador que ajudou a polícia a evitar um dos maiores assaltos à carro-forte em Natal e a desarticular uma quadrilha perigosa que agia no Rio Grande do Norte está desempregado, acuado, desamparado e esquecido pelo poder público do Rio Grande do Norte. Wellington Lima de Farias, 22 anos, é vítima de um sistema que não funciona. Ao denunciar os assaltantes, ele cumpriu o papel de um bom cidadão para, depois, constatar que o poder público e o sistema dito de “segurança pública e defesa social” não parece valorizar nem recompensar tais atitudes.   


Adriano AbreuA ação policial ocorrida no ano passado evitou que um carro forte fosse roubado. Mas após a prisão do bando, o trabalhador que auxiliou a polícia, foi esquecido
A ação policial ocorrida no ano passado evitou que um carro forte fosse roubado. Mas após a prisão do bando, o trabalhador que auxiliou a polícia, foi esquecido



















A vida do jovem que parecia ser normal como a de qualquer outro garoto da mesma idade mudou “como um passe de mágica” e se tornou um pesadelo. Deprimido, à espera de algum tipo “justiça”, Wellington vive sustentado pela família que sofre junto com o trabalhador, várias vezes ameaçado de morte.  

Até o ano passado, Wellington era funcionário da empresa Sena Terceirização de Serviços Limitada e prestava serviço como auxiliar operacional no supermercado Hiper BomPreço da avenida Alexandrino de Alencar, em Morro Branco.  Uma das funções dele era preencher uma planilha com os horários de chegada e saída do carro-forte no supermercado e a quantidade de malotes que abasteciam o carro-forte. 

A informação era valiosa para uma quadrilha que planejava assaltar o carro-forte. Três meses antes da data marcada pelos assaltantes para o ataque, Wellington foi abordado durante o trabalho (no estacionamento do Hiper Bompreço) por três homens que estavam em um veículo Gol – dois deles utilizavam armas. “O motorista desceu e disse que queria que eu colaborasse. Que precisava de algumas informações e que se eu não ajudasse me mataria e a minha família também”. 
Wellington disse que, na hora, ficou desesperado. Apesar das ameaças, os bandidos prometeram “um carro zero” se ele colaborasse e disseram que “dariam um tempo para ele se decidir”. “O carro-forte chegava sempre por volta das 10h30. Eles também queriam saber qual o melhor dia para roubar. Quando recebiam o maior número de malotes”. Segundo Wellington, os bandidos haviam conseguido até o número de telefone celular dele e começaram a ligar. “Eles me ligaram algumas vezes. Depois passei a não atender as ligações. Me pegaram na rua”.
Passados 20 dias da abordagem dos criminosos à Wellington ele foi mais uma vez ameaçado de morte. “Colocaram uma arma na minha boca e obrigaram que eu colaborasse”.  Foi depois desta segunda ameaça que Wellington comunicou o fato à gerencia do Hiper BomPreço que, por sua vez, acionou a Sena Terceirização. A polícia foi avisada. De acordo com relatos do trabalhador ele foi orientado pela polícia a atender a quadrilha e passar as informações que fossem necessárias para que os planos de assalto ao carro-forte fossem levados adiante. Uma operação policial seria montada para surpreender os bandidos.
A gerência do Hiper Bompreço e da Sena garantiram, segundo  Wellington, todo o apoio necessário e que ele seria transferido para outro Estado, após encerrado o episódio. Ainda de acordo com o trabalhador foi um dos chefes da Sena Terceirização de Serviços Limitada que avisou a polícia do assalto.
A ação da quadrilha ficou marcada para manhã do dia 7 de agosto  de 2009 (sexta-feira). Neste dia, o carro forte deveria transportar entre R$ 300 e R$ 400 mil. Até o dia marcado para a ação da quadrilha, Wellington manteve vários encontros com integrantes do bando. Sempre orientado pela polícia, ele passava as informações que os bandidos queriam, fingia colaborar e lançava a isca para a operação policial. 
Neste trabalho, acabou ajudando também na identificação de vários dos envolvidos no plano de assalto. Sem qualquer preparação, conhecimento do trabalho policial ou treinamento específico sobre ações de informação – apenas acreditando que essa era a coisa certa a ser feita – Wellington atuou como “um infiltrado” na quadrilha. O risco que correu, na ocasião, não o incomoda mais. Hoje, em casa, acuado pelo medo e a certeza que poderá se morto a qualquer momento; desempregado e sem poder se manter financeiramente; desencantado em relação aos antigos patrões, à policia e ao Judiciário – a quem chegou a pedir ajuda – Wellington chora diante da reportagem. As lágrimas não são de arrependimento. São de dor … pelo futuro incerto e sombrio. 

Quadrilha foi presa em agosto de 2009

Policiais civis abortaram na manhã da sexta-feira – 7 de agosto de 2009 – a ação de uma quadrilha perigosa e bem estruturada. O assalto aconteceria à um carro-forte dentro do estacionamento do supermercado Hiper Bompreço, na avenida Alexandrino de Alencar, em Barro Vermelho. Cinco membros do bando estavam dentro do estacionamento em um veículo Celta de cor vermelha e placas MYT 4857 (teria sido roubado no dia anterior em Cidade Jardim). 
Outros bandidos aguardavam do lado de fora em um outro carro. Houve tiroteio e três assaltantes morreram no local. Heberton Xavier da Silva, 29, Kelson da Silva Pereira, 29 e João Maria Braz da Silva, 27. Luiz Paulo de Lima, 25 foi atingido com um tiro no pé e Rogério Nascimento da Silva, 29 (ele não foi baleado). Um policial teve ferimentos leves.     
Homens da PM, fortemente armados, isolaram parte da avenida Alexandrino de Alencar e ruas adjacentes. O trânsito precisou ser desviado.  O helicóptero da Secretária de Segurança Pública e Defesa Social sobrevoou a área.
Informações davam conta que dois assaltantes (que também estavam no local conseguiram fugir). Até hoje estes homens não foram presos pela cúpula da Polícia. Os dois presos estariam detidos na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta. 
Na época, o delegado geral da Polícia Civil, Elias Nobre, enfatizou o trabalho dos policiais e disse que cinco delegados e 25 agentes trabalharam no caso. 
Entre os delegados que participaram da ação para combater a quadrilha estavam: Ronaldo Gomes (um dos mais experientes do Estado), titular da Divisão de Combate em Investigação ao Crime Organizado, Atanásio Gomes, adjunto da Delegacia Especializada em Furtos e Roubos e Márcio Delgado ( também da Deicor).    
O ex-secretário de Segurança Pública e Defesa Social, Agripino de Oliveira Neto em entrevista à Tribuna do Norte afirmou que o bando era altamente perigoso e que todos seriam do regime semi-aberto.   
Kelson (era foragido) foi acusado pela polícia de envolvimento em um assalto na guarita da Base Aérea de Natal, em 22 de abril de 2008. 
Luiz Paulo havia sido liberado da Penitenciária Estadual de Alcaçuz uma semana antes da tentativa de assalto. Os outros, segundo a polícia tinham envolvimento com droga e outros assaltos.

Empresa demitiu Wellington dois dias após a ação 
Wellington afirma que a Sena Terceirização de Serviços Limitada, assim como o Hiper Bompreço prometeram que ele não seria prejudicado e que ajudando a polícia não ficaria desassistido. 
A ação da polícia contra os bandidos ocorreu no dia 07 de agosto de 2009. O que Wellington não esperava é que todas as promessas feitas a ele pelas empresas – incluindo uma garantia de trabalho e mudança de Estado – fossem esquecidas.
Dois dias depois do ocorrido no estacionamento do supermercado Hiper Bompreço, Wellington foi demitido. “Me telefonaram e pediram para que eu fosse até a Sena. Lá fui informado de que havia sido dispensado porque a empresa não precisava mais dos meus serviços”.
A mãe de Wellington, que preferiu não se identificar, contou que o filho entrou em depressão. “Ele ficou doente mesmo. Primeiro porque não conseguia dormir por ter sido, durante tanto tempo (três meses) ameaçado pelos bandidos, depois por ter sido demitido”, desabafou a mulher, desesperada com a situação do filho.  
Por meio do advogado Josué Jordão Mendes Júnior, o ex-funcionário da Sena Terceirização entrou com um processo trabalhista contra a Sena. O processo de número 94300-92.2010.5.21.001 tramita na 1ª Vara Trabalhista, no fórum de Lagoa Nova. O advogado do reclamante pediu uma indenização de R$ 700 mil pelos danos morais causados ao auxiliar operacional. O pedido deve ser julgado nos próximos dias pela juíza Maria Rita Manzana de Moura Garcia. 
Somente a magistrada poderá decidir se o valor pedido na ação é alto ou baixo e se Wellinton tem ou não direito a ser ressarcido pelos danos sofridos, porém, o que a reportagem da Tribuna do Norte presenciou ao conversar com o trabalhador foi um jovem que acreditou no poder público e que hoje não tem direito sequer a viver normalmente como qualquer outro jovem da mesma idade. 
No último dia 27 de setembro, às 11h20 conforme consta no site do Tribunal Regional do Trabalho foi realizada a audiência na 1ª Vara. Wellington foi ouvido pela magistrada, assim como uma das testemunhas dos fatos. 
Fonte: Tribuna do Norte

RN pode ter semana de combate à pedofilia

A deputada estadual Gesane Marinho, presidente da comissão de Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa do Estado, apresentou um projeto de lei que institui a Semana de Combate à Pedofilia no Rio Grande do Norte. De acordo com a proposta, anualmente, no mês de outubro, os órgãos competentes da administração estadual vão se mobilizar em torno da conscientização dos pais sobre a importância de alertar seus filhos diante do potencial de informação imprópria existente na Internet.

A deputada explicou que um dos motivadores do projeto foi a divulgação dos indicadores da Polícia Federal, segundo o qual o Brasil está em quarto lugar no ranking mundial da Interpol de países que divulgam a pedofilia. Outra informação relevante é da ONG Safernet, referência nacional no enfrentamento aos crimes e violações aos Direitos Humanos na rede mundial de computadores. 

Das vítimas de pornografia infantil na rede, 75% foram feitas no Orkut. Para a deputada, uma prova do quanto as crianças estão expostas no mundo virtual e como necessitam de educação para o uso das tecnologias.

“Da mesma forma que os pais precisam orientar os filhos quando eles vão para a rua, precisam orientá-los quando eles se conectam à rede. Porém, para que os pais se armem na guerra contra a pedofilia, o Estado tem que muni-los com o que mais precisam: informação”, afirma Gesane Marinho. 

O trabalho de conscientização, realizado por secretarias como a de Educação e a de Comunicação, por exemplo, contempla informações como a instalação do computador em uma área da casa que a família circule, a limitação de horários para o uso e a opção por programas que filtram ou bloqueiam sites.

A escolha pelo mês de outubro está relacionada à comemoração do Dia das Crianças (12). Na visão de Gesane, é um momento oportuno para tratar do tema importante justamente quando a sociedade se une em torno das celebrações da data. O projeto vai tramitar pelas comissões da Casa, como a presidida pela parlamentar, antes de chegar ao plenário, onde vai ser submetida à votação.

COMBATE VELADO | SAQUE VELADO | LADO R FT ANDRADE COMBAT | PARTE 1-25

Veja:  https://papamikejanildo.blogspot.com/2022/07/combate-velado-saque-velado-lado-r-ft.html https://papamikejanildo.blogspot.com/