terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Em Natal Homem é flagrado fazendo sexo com jumenta próximo ao Nordestão de Igapó



Um homem de 57 anos, que terá o nome preservado, foi flagrado pela população fazendo sexo com uma jumenta em plena via pública, nas proximidades do supermercado Nordestão, no bairro de Igapó, na zona Norte de Natal. O fato se deu na manhã deste domingo (21).

De acordo com a polícia, por volta das 10h30, a Polícia Rodoviária passava pelo local, quando avistou um homem sendo linchado por populares enfurecidos com o episódio. "A população se sensibilizou com a situação do animal", explicou um policial da Delegacia de Plantão Zona Norte.

Ainda segundo a polícia, o acusado de estupro, que estava aparentemente embriagado, foi detido e levado à DP devido ao ato obsceno. Porém, como o proprietário do animal não se apresentou na delegacia, não foi instaurado um inquérito policial e o homem acabou sendo liberado.
Da redação do DIARIODENATAL.COM.BR

Capitão Assumção promete Greve Geral da Policia



Greve da PM
O deputado federal Capitão Assumção (PSB-ES) promete greve geral da Polícia, caso o presidente da Câmara, Michel Temer não inclua a PEC 300 na pauta do Plenário.

Convocação
Em seu Blog o deputado pede apoio das esposas dos Policiais e Bombeiros. Os PM,s são impedidos de realizar greves, daí a importância do apoio das famílias para que impeçam a saída das viaturas dos quartéis.

Marcha
O parlamentar pretende reunir mais de 10 mil PM,s e BM,s em Brasília. A manifestação está programada para o próximo dia 2 de Março.

Relatório da PB
“A Frente Parlamentar em Defesa dos Policiais Militares e Bombeiros Militares não abre mão é de que se vote a PEC 300 da forma que foi votado o relatório do deputado Major Fábio, na Comissão Especial da PEC 300”, sublinhou Assumção.

Fonte: http://www.clickpb.com

Escravidão? Basta! Militar é ser humano!



O Ministério Público do DF, deu parecer baseado nos direitos sociais previstos no artigo 7, inciso XIII da Constituição Federal - “duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e quarenta e quatro semanais ...”,- alcança também a todos os policiais militares. O relator do processo foi desembargador Mário-Zam Belmiro Rosa. A interpretação do MP é uma vitória para todos os policiais e bombeiros militares do Brasil. Dessa forma, fica garantido o direito de trabalhar, no máximo, 44 horas semanais. Atualmente diversos PMs trabalham na escala de 24X72, o que corresponde a 48 horas semanais. Tem comandantes de unidades a exemplo da Cia/Ind de Marechal e Paripueira em que o PM trabalha 12x24 totalizando 60 horas semanais, tirando ainda escala extra, ou seja, o policial militar não tem mais os direitos sociais previstos na constituição federal, estão querendo escravizar os soldados, cabos e sargentos em Alagoas, só o Governador não vê o que está acontecendo com a tropa.
O Batalhão de Choque ultrapassa todas as outras unidades em relação à carga horária imposta aos militares, chegam a tira até 75 horas semanais, isso é desumano. Recentemente aconteceu um fato envolvendo policiais do BOPE, no evento pescinhas de Maceió (evento particular com fins lucrativos). Tenho a certeza que tal fato ocorreu devido ao alto-stress dos profissionais do BOPE, motivados inclusive pela excessiva carga horária que enfrentam hoje. Esses policiais não deveriam estar tirando tal serviço, até porque trabalham em unidade de Operações Especiais. Mas quem vai pagar por todos os erros? Com certeza os PRAÇAS!
A ASSMAL vai pedir ao Ministerio Público que faça um ajuste de conduta disciplinando os horários nas instituições militares. Já que não há norma reguladora, que faça valer a constituição federal e que seja apurado todos os abusos cometidos contra os praças.
Alguma coisa precisa ser feita em relação ao trabalho escravo realizado pelos policiais militares em todo Brasil. Em um momento em que se discute segurança pública e o resgate da dignidade para o policial e bombeiro (PEC300) não se aceita mais escalas que não estão em consonância com a legislação vigente, até mesmo porque trabalhamos mais de 12 horas seguidas. Cadê a OAB/AL, Direitos Humanos e a Policia Cidadã do Brasil?
40 horas Semanais JÁ! (escala de 12 x 48 ou 8 x 32)
Policial militar você é um homem livre, portanto questione acerca da previsão legal para você trabalhar neste ou naquele evento. Se não houver resposta legalmente fundamentada, vá até o ministério público, e se informe sobre seus direitos e quais providências devem ser tomadas.
Seja profissional e não escravo.
Associação dos Subtenentes e Sargentos
- Wellington A. Oliveira - Colaborador

Fonte: Blog da Renata

Denis revela erros da PEC 300 e diz que Major Fábio passou de herói a bandido.


Publicado por Marconi em 22/02/2010
“A PEC 300 está morrendo a míngua por incapacidade dos relatores”
Inconstitucionalidades no texto, incapacidade dos relatores, questões técnicas na formulação de lei são algumas questões apresentadas pelo ex-deputado Sargento Denis (PV) que inviabilizam a votação e aprovação da PEC 300. Em entrevista ao portal PoliticaPB, Denis disse que, em nível nacional, Major Fábio, um dos relatores da proposta, de herói passou ser visto como bandido pela quantidade de erros apresentados na PEC.
“Existe, em nível nacional, a desconfiança de que essa mobilização em torno da PEC tenha sido feita para chamar atenção, afinal eles já sabiam dos erros e da possibilidade da lei não ser nem aprovada nas comissões e não ir a votação. Mas eu não acredito nisso, acredito na boa intenção dos parlamentares”, destacou Denis.
Doutorando em Direito, Sargento Denis disse que não pode deixar de citar as inconstitucionalidades na proposta, muito embora defenda a aprovação do texto mesmo com as falhas: “Não posso faltar com a verdade, senão meus professores vão achar que não estou aprendendo nada ou estou mentindo, o texto está cheio de inconstitucionalidades, mas mesmo assim irei participar da mobilização dos policiais em Brasília, e torço pela aprovação da emenda”, garantiu.
O texto da PEC 300 sugere que o reajuste a categoria seja feito com auxílio de recursos do Pré-Sal, e Denis questionou que essa verba só chegará aos cofres públicos daqui a 15 anos, um outro exemplo que ele citou diz respeito a questão de estipular salários na constituição, que seria incorreto tendo em vista que a inflação e demais questões orçamentárias são variáveis, e criticou a assessoria e advogados dos relatores da PEC.
“São tantas outras as falhas. Não consigo entender como assessores e advogados não questionam isso. Mas acredito que a grande questão é que o Congresso é uma casa política e não jurídica, e por muitas vezes se votam coisas erradas de acordo com o desejo de quem está lá”, acusou.
Denis relembrou que luta pelo reajuste aos policias desde 2005, e sugeriu que o reajuste fosse feito através de Teria que ser feito através de uma lei ordinária, que é infra-constitucional e evitaria questionamentos possíveis, seria um processo mais rápido e evitaria esse polêmica.
Existem mais duas PECs que versam sobre o mesmo assunto, a PEC 41 e uma última proposta apresentada recentemente, a PEC 446, que seria um somatório das duas outras ( a PEC 300 e a PEC 41), aglutinado os pontos positivos das duas. Denis disse que solicitou de Major Fábio que ele trabalhe no sentido de garantir a aprovação do da he no sentido de garantir a aprovaç41), aglutinado os pontos possitivos em esta 446: “por que a 300 está morrendo a míngua pela incapacidade dos relatores por que a 300 está morrendo a míngua pela incapacidade dos relatores por que a 300 está morrendo a míngua pela incapacidade dos relatoresPor que a PEC 300 está morrendo a míngua por incapacidade dos relatores”.
No Brasil, as decisões sobre as leis são bicamerais, ou seja, precisam da aprovação de duas casas legislativas, a Câmara Federal e o Senado. De acordo com Denis, a PEC 41 já teve a aprovação do Senado, e foi melhor elaborada, enquanto que a PEC 300 ainda não foi aprovada em nenhuma das casas, por isso ele defende a união das emendas.

Uma resposta para “Denis revela erros da PEC 300 e diz que Major Fábio passou de herói a bandido.”


http://paraibahoje.wordpress.com/2010/02/22/denis-revela-erros-da-pec-300-e-diz-que-major-fabio-passou-de-heroi-a-bandido/

PEC 300: emenda sofre alterações




A proposta deverá ser votada com salários mais baixos e a inclusão de pensionistas e policiais civis


Militares sergipanos pressionam em Brasilia a aprovação da PEC 300 (Foto:Absmse)
Apesar da grande movimentação em torno da aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC/300) pela Câmara dos Deputados, é possível que ela não seja votada no final deste mês por conta das alterações que estão sendo feitas pelos parlamentares. Os primeiros ajustes dão conta de que os valores que as categorias vinham reivindicando baixaram.
De acordo com a proposta inicial, os pisos seriam de R$ 4,5 mil e R$ 9 mil, mas na última quarta-feira, 10, um grupo de parlamentares lançou uma contraproposta que estabelece um salário inicial de R$ 3,5 mil para policiais e bombeiros em início de carreira, e de R$ 7 mil para oficiais.
Segundo o Deputado Mendonça Prado (DEM/SE), a briga consiste na pressão que os Estados estão fazendo para que o piso não seja baseado no salário dos militares do Distrito Federal, que gira em
A expectativa do Deputado Mendonça é que a PEC seja votada ainda este mês (Foto: Arquivo Portal Infonet)
torno de R$4.500,00. Apesar de alguns setores discordarem do texto inicial da PEC 300, Mendonça acredita que a votação deverá acontecer no final de fevereiro.
“Nós queremos depositar a confiança nos integrantes da mesa para que assumam o compromisso de votar a PEC 300 porque esse é um anseio de militares de todo País”, afirma Mendonça, enfatizando que o documento está pronto para ir ao Plenário.
“O presidente da Câmara dos Deputados está analisando uma nova PEC que sofreu algumas alterações e será votada através de uma emenda aglutinativa, onde será analisado o valor do piso, alcançando o mesmo valor para os inativos e pensionistas”, esclarece o deputado.
PEC 446
O cabo Patricio diz que é preciso fazer alterações na emenda (Foto:Ascom)
No entendimento do presidente da Associação Nacional dos Praças do Brasil (Anaspra), o deputado distrital Cabo Patrício (PT), a PEC 300 apresenta itens que são inconstitucionais.“Ela precisa de correções. Do jeito que está é inconstitucional porque não identifica a fonte pagadora. O legislador não pode criar despesas para o Executivo sem prever a fonte desses recursos. Isso é tarefa do Executivo”, enfatiza, salientando que a PEC pode ser votada somente em março para as adequações.
“Não adianta trazer os policiais de todo País a Brasília para pressionar a aprovação do piso. Não posso concordar com isso porque os militares ficam dormindo de qualquer jeito e não adianta nada. É preciso um entendimento, um diálogo de todos os parlamentares para que a PEC seja aprovada com responsabilidade”, ressalta o Cabo Patrício,
Se não houver votação, militares prometem aquartelemento (Foto:Arquivo Portal Infonet)
completando que é a favor que a votação aconteça.
“Não importa se será PEC 300 ou PEC 446. Não importa o número ou o autor da proposta. O importante é criar o piso o quanto antes, para fazer justiça aos policiais e bombeiros que estão perdendo a vida”, defende o parlamentar.
O gestor da Associação Beneficente de Servidores Militares de Sergipe (ABSMSE), sargento Vieira, é a favor da implantação das duas Propostas. Segundo Vieira a PEC 300 precisa de correções porque não podem ser incluídos valores. “A 300 passou na Comissão de Constituição e Justiça [CCJ] garantindo a paridade de salários entre ativos, inativos e pensionistas, mas precisa de correções porque a PEC não pode incluir valores”, explica.
Ele lembra que a segurança pública vem sendo tratada com descaso. “A segurança pública vem sendo tratada com jeitinho e isso está refletindo na sociedade. O policial trabalha com medo nas ruas porque se, Deus me livre, eu morrer a minha família vai passar necessidade”, diz o gestor da ABSMSE.
Aquartelamento
Os militares estão reunidos em todo País para criar formas de pressionar a Câmara caso a PEC 300 não seja votada até o final do mês. Cautelosos, os militares vão acompanhar o andamento dos trabalhos, mas caso a PEC não seja votada a promessa é de aquartelamento. “Vamos esperar que a votação aconteça e seguir uma orientação do que irá acontecer em todo País”, garante Sargento Vieira.
Por Kátia Susanna


Fonte: Infonet

PRESIDENTE LULA PRESTA CONTA À BANCA OCULTISTA NA CNN




O vídeo abaixo é de uma entrevista do Presidente Lula à CNN En Espanol, a qual certamente não será reproduzida nas emissoras de TV brasileiras. Nessa entrevista voce não ouvirá Lula dizer "Cumida",nem "a gente", porque esse é o discurso para a massa. Lá ele fala à oligarquia ocultista-fiananceira.

Para quem não sabe, nos oito anos do governo "popular" de Lula, a Bolsa de Valores brasileira( BOVESPA) deu umlucro de mais de 200% aos seus "investidores", enquanto que o "neoliberal" FHC só deu um lucro de 2,5%,em oito anos.

Mas a turma do PSDB vem quente, prometendo superar o Governo do PT em subserviência aos ocultistas-financeiros,caso seja eleita. Não se enganem,ambos fazem parte da mesma tenaz, querem te manter presos,para que vc continue escravo do pagamento dos juros extorsivos.

Os ocultistas-financeiros financiam as campanhas de seus asseclas para garantir a dominação. Desde que foiadotado os empréstimos,com pagamento no contracheque, não tivemos mais aumentos salariais dignos. Eles querem manter a classe média como escravos de seus empréstimos, ganhando fortuna sobre nós, concomitantemente controlam as massas ignorantes com suas bolsas esmolas.

" E CONHECEREIS A VERDADE E A VERDADE VOS LIBERTARÁ" - JESUS CRISTO



domingo, 21 de fevereiro de 2010

O papel do gestor na motivação do policial:controle para o absenteísmo



As contribuições de estudos referentes às polícias têm aumentado muito nos últimos anos. A preocupação com o aumento nos índices da criminalidade tem feito com que sociólogos e pesquisadores de vários setores busquem, nas análises dos fatores que envolvem o crime, respostas para aplainar o quadro contemporâneo de insegurança social.

O Estado tem procurado auxílio tanto em propostas de políticas públicas de segurança, quanto em tentativas de reestruturação do sistema, como um todo. Entretanto, a complexidade do fenômeno do crime, de caráter multifacetal e dinâmico, exige abordagens integradas e multi-setoriais, que envolvam a sociedade como partícipe, na busca de soluções eficazes e sustentáveis.

Tais abordagens devem contemplar e priorizar o profissional que está inserido nesse contexto. Não se pode projetar nenhum tipo de política pública, inclusive a de segurança, visando apenas os aspectos externos do problema. Os fatores internos são os que afetam a estrutura de dentro para fora, se não forem diagnosticados e trabalhados essencialmente, os desígnios almejados sofrem o risco de não serem concretizados.

Quando o trabalho diz respeito ao conhecimento, o modelo de administração gerencial, inevitavelmente, começa a se sobrepor ao ainda vigente, modelo burocrático. A economia da Era do Conhecimento é a economia do intangível, cujas fontes fundamentais de riqueza são o conhecimento e a comunicação. Assim, o momento é de majorar o capital intelectual onde as partes mais valiosas desses trabalhos tornaram-se, essencialmente, tarefas humanas: sentir, julgar, criar, desenvolver relacionamentos.

Seria desnecessário salientar que a antiga maneira de gerir os departamentos de polícia já não atende mais às necessidades emergentes, não só da sociedade, mas, principalmente, do corpo de servidores que formam os órgãos de segurança pública no Brasil. A explosão do conhecimento científico e técnico, a rápida difusão e o poder crescente e veloz da tecnologia da informação, a participação cada vez maior do conhecimento - todos esses fatores trabalham juntos, cada um deles sendo simultaneamente, causa e efeito, a fim de impor novos tipos de modelo organizacional e novos métodos gerenciais.

Policiamento é basicamente um trabalho de relacionamento humano e, assim, o problema de sua eficácia está assentado na organização e gestão de seus recursos humanos, além da utilização de metodologias de identificação de pontos de ação criminosa e sua redução. É evidente que sem a adequação de equipamentos e a reestruturação das unidades policiais, a polícia não pode funcionar bem, mas, apenas a sofisticação dos recursos materiais não garante saltos de desempenho.

O papel do gestor de pessoas nas instituições policiais não se restringe a comandar equipes e exigir relatórios periódicos de atividades desenvolvidas. Gerenciar é, por assim dizer, a atividade de conduzir pessoas visando os objetivos comuns – da organização e dos próprios indivíduos. Na visão burocrática, defendia-se que os objetivos dos funcionários deveriam adequar-se aos da instituição, percebe-se logo quão falho esse método se apresenta na realidade atual, visto que, pessoas e organizações possuem, forçosamente, interesses diversos. O que caracteriza a administração gerencial é que o direcionamento dos servidores baseie-se na relação contribuição/recompensa, ou seja, quanto mais o funcionário se dedique, mais seja retribuído.

Para que a práxis na maneira de administrar as polícias mude o foco de atuação, a gestão de pessoas deve pautar-se, ao mesmo tempo, na revisão do papel dos dirigentes que, além da função de gerenciar a eficiência operacional (alocação de recursos, prazos, qualidade etc) assumem a função de liderança da estratégia (gestão da mudança). O sentido da evolução é claro: o gerenciamento deve tornar-se o fundo de competência sobre o qual se apóiam os gerentes das unidades e departamentos de segurança pública, trabalhando, principalmente, na promoção da satisfação do servidor – na motivação, para que os resultados venham a surtir os efeitos desejados, no atendimento às exigências da sociedade – a segurança.

A falta de motivação no trabalho, de qualquer forma que se apresente, não surge da noite para o dia, ela vem se consolidando aos poucos, pelo descuido nos pequenos detalhes de simples estímulos, que poderiam evitar o desgaste emocional do servidor. Identificar os desvios entre as necessidades atuais e as necessidades futuras da força de trabalho e das competências da organização, configura uma forma de antecipar possíveis irregularidades a fim de desenvolver políticas e planos de ações para reduzi-las, evitando o descontentamento, em muitas situações e gerando confiança, segurança e satisfação no pessoal.

O policial, além do compromisso social que assume ao aceitar o mandato público, acarreta em seu íntimo, danos, muitas vezes, irreversíveis, em face do caráter estressante das situações que vivencia cotidianamente.

Esse acúmulo de estresse das noites mal dormidas, das sensações de insegurança frente ao risco contínuo, da falta de reconhecimento, de valorização institucional e social, de perspectivas de projeção, leva ao desinteresse e descrédito em relação aos objetivos organizacionais, culminando, quase sempre, na ausência ao serviço, reiteradamente. Isso provoca um problema para a instituição que, [mal grado, já ser alvo de impopularidades] vêm embaraçando consideravelmente a qualidade dos resultados na prestação do serviço de segurança pública, o absenteísmo.

Contudo, para motivar é imprescindível ter o conhecimento das necessidades dos indivíduos: o simples, puro e não intencional desconhecimento destas necessidades é mais que o suficiente para que se consiga, de forma eficaz, desmotivar pessoas. Portanto, a grande preocupação não reside, unicamente, em criar estratégias motivacionais, mas sim, em criar um ambiente de trabalho no qual o profissional possa sentir-se inserido, considerando-se membro indispensável e inseparável do corpo maior, que é a Polícia.

O absenteísmo, em todas as épocas e em todas as polícias tem sido forte e contributivo na fomentação de lacunas nos ambientes do trabalho policial. É uma realidade que não pode mais passar despercebida, nem apadrinhada. Não obstante a Dispensa do Serviço (DS) ter sido um instituto constante do Regulamento Interno e dos Serviços Gerais (RISG) do Exército Brasileiro, o qual, durante décadas, foi aplicado na Polícia Militar de forma subsidiária e consuetudinária, as ausências nem sob sua vigência , se adstringiam a esse regulamento. Não apenas as faltas justificadas são motivos de ausência do policial, é cediço que existe um razoável número de servidores que só aparece quando surge a necessidade de se resolver alguma questão pendente ou para reivindicar algum privilégio, do qual tenha ficado de fora.

A utilização dos preceitos de algumas das teorias da motivação no trabalho pode contribuir para reverter ou ao menos conter esse quadro de faltas que ocorre na polícia, seja pelo alcoolismo, falta de sentimento ou estresse. Contudo, independentemente da teoria aproveitada, as comunicações interna e externa são apoios essenciais ao gerenciamento, pois, o desenvolvimento delas representa uma etapa no processo de modernização das polícias, tornando transparente a responsabilização no que se refere ao relacionamento com o público. Facilitando, desta forma, a avaliação e o monitoramento de seus membros, assim como a prestação de contas com a sociedade.

É preciso, entretanto, considerar que, seja qual for o método utilizado para tornar propício o ambiente de trabalho, de forma a atrair o policial à sua função, a tomada de decisão deve ser, essencialmente, precedida da consulta aos atores envolvidos no sistema, do contrário, pode vir a se tornar inócua, por não alcançar a adesão do grupo. A gerência participativa pode ser acolhida como um dos meios de se alcançar o interesse e o prazer do policial, motivando-o em sua performance, desviando sua atenção para dentro da instituição, desfavorecendo o absenteísmo e aumentando a colaboração.



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


ALECIAN, Serge e FOUCHER, Dominique. Guia de Gerenciamento no Setor Público. ENAP. Brasília: Revan, 2001.

ANDRADE, Marcos Vinícius M. Gerenciamento eletrônico da informação: ferramenta para a gerência eficiente dos processos de trabalho. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 12, Recife, 2002. Anais... Recife, UFPE, 2002. (formato eletrônico)

PEREIRA, Luiz Carlos Bresser. Gestão do Setor Publico: Estratégia e Estrutura para um Novo Estado. São Paulo, 1995.

TROSA, Sylvie. Gestão Pública por Resultados – Quando o Estado se Compromete. 1 ed. Brasília: ENAP, Revan, 2001.

COMBATE VELADO | SAQUE VELADO | LADO R FT ANDRADE COMBAT | PARTE 1-25

Veja:  https://papamikejanildo.blogspot.com/2022/07/combate-velado-saque-velado-lado-r-ft.html https://papamikejanildo.blogspot.com/