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Mostrando postagens de Julho 25, 2010

PM dançarino (Queiroz da Periquirta) quer ser Deputado Ffederal em SP

PM dançarino quer ser deputado federal em SP
Arnaud Palácios

Quem diria que uma brincadeira descontraída, uns passos de dança de uma música desconhecida daria popularidade nacional à alguém? Pois, é. Só que era um policial militar fardado e em hora de serviço. Por isso, as imagens do vídeo no Youtube foram vistas por mais de um milhão de pessoas, virou matéria do Fantástico da Rede Globo e rendeu muitos fãs, mas também quase terminou com a demissão do dançarino das fileiras da corporação.
Essa é a história do soldado Queiroz, paulistano de 41 anos, dos quais 22 anos dedicados a corporação. Atualmente trabalha no 9º Batalhão (Zona norte da Capital de São Paulo) e está afastado para concorrer a uma cadeira na Câmara Federal.
“Muita gente veio falar que eu deveria ser candidato, mas demorei para decidir porque trata- se de um assunto muito sério”, diz sobre sua nova empreitada na política.
Conhecido por ser uma pessoa descontraída e bem-humorada, Queiroz fica sisudo…

“O crack destruiu a minha vida”

Fred Carvalho - enviado a Caicó

“O crack destruiu a minha vida. Cheguei a roubar correntes de ouro da minha mãe para trocar por pedras”. O desabafo, na realidade um drama, por si só, ganha proporção na boca de quem o faz. É um menino de apenas 13 anos de idade,  viciado em drogas. Foram suficentes apenas três meses para que ele tivesse o seu futuro mudado completamente.
Fred CarvalhoDebilitado, menino de 13 anos, de Caicó, está viciado em crack














O menino mora com a mãe, e um irmão mais velho,  em uma casa simples, em reforma, no Centro de Caicó. A reportagem da TRIBUNA DO NORTE tomou conhecimento do caso na última quinta-feira  por meio do médico psiquiatra Salomão Gurgel Pinheiro, prefeito de Janduís, que tem uma clínica em Caicó.

Através do microblog Twitter, Salomão Gurgel disse estar “estarrecido” com a situação do menino. “Psiquiatra, mesmo assim fiquei estarrecido com o estrago causado pelo crack em criança de 13 anos. 3 meses de uso e pura loucura!”, postou o médico.