sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Bandidos iriam invadir uma residência, quando foram interceptados. Houve troca de tiros e eles acabaram presos.

PM prende três durante tentativa de roubo em Lagoa Nova


Por Thyago Macedo


A Polícia Militar prendeu três homens acusados de roubo, na noite desta quinta-feira (16). Os criminosos estavam na iminência de cometer o assalto, quando se depararam com uma viatura do 5º Batalhão. Houve troca de tiros, mas eles foram detidos.

Segundo informações da polícia, um homem chegava em casa, por volta das 19h30, quando viu um carro com quatro homens. Os bandidos anunciaram o roubo e a vítima então arrancou em disparada com o carro.

Neste momento, a quadrilha pretendia render a vítima, mas uma viatura do 5º BPM que fazia patrulhamento na área observou a ação criminosa e interceptou os bandidos. Três deles estavam a pé e se dispersaram.

Com isso, houve uma troca de tiros. Todos os assaltantes que estavam a pé foram presos, sendo eles: Ítalo Luiz Rodrigues de Souza, de 22 anos, Alessandro Bezerra da Silva, de 29 anos, e Apolo Tintin da Silva, de 19 anos.

O quarto membro da quadrilha conseguiu fugir no carro. A Polícia Militar também apreendeu uma pistola calibre 380. Outras duas pistolas estavam no carro do assaltante que conseguiu fugir.
 

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Tempo recorde: Deputados federais aumentam salário em 5 minutos




Bastaram apenas 5 minutos e 75 segundos para aprovação do projeto concedendo aumento de 61,83% no salário dos deputados federais, que a partir de janeiro vão receber (só de salário) R$ 26 mil e 700 reais. Foram aprovados na mesma hora aumento do salário da presidente Dilma, de 134% e de ministros, 149%. 
Verdadeira BACANAL com o nosso dinheiro, como se cada brasileiro tivesse uma jazida de diamantes no quintal de sua casa. DESCARADAMENTE, deputados federais agiram indiferentes aos protestos da sociedade, mesmo sabendo que o efeito cascata, conferindo direitos iguais para deputados estaduais e vereadores, vai causar um ROMBO de R$ 2 bilhões por ano aos cofres públicos.

E o deputado Tiririca (foto), que deixou o circo para entrar em outro picadeiro, este da bandalheira institucionalizada, não participou da votação, mas celebrou, dizendo a plenos pulmões que CHEGOU COM SORTE.

Somente os deputados Chico Alencar - PSOL - e Luiza Erundina - PSB - tentaram impedir a votação, declarando tratar-se de aumento imoral e verdadeiro golpe contra a Nação, abrindo um abismo ainda maior entre a sociedade e o parlamento.
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Brasil e Bolívia assinam acordo para combater tráfico de drogas e armas


Documento foi assinado pelo ministro da Justiça, Luiz Paulo Barretoo, e pelo ministro de governo da Bolívia, Sacha Llorenty.

Por Redação, com dados da Agência Brasil.


Foto: Agência Brasil
Luiz Paulo Barreto, ministro da Justiça.
Foz do Iguaçu (PR) - Os governos do Brasil e da Bolívia assinaram hoje (16), em Foz do Iguaçu, um acordo de cooperação que prevê fortalecer as operações bilaterais conjuntas e ações de inteligência, impedindo o tráfico de drogas, pessoas e de armas, além de crimes ambientais, principalmente na fronteira entre os dois países.

De acordo com o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, o acordo prevê a expansão da cooperação dos dois países em cinco áreas: formação e capacitação policial, operações conjuntas e de inteligência, lavagem de dinheiro, fortalecimento das relações de fronteira e migratória. O documento foi assinado por Barreto e pelo ministro de governo da Bolívia, Sacha Llorenty. O acordo ainda precisa ser confirmado pelos legislativos dos dois países.

Entro dos cinco planos de ação, Barreto destacou que um dos mais importantes são as operações conjuntas entre as polícias brasileira e boliviana e de inteligência. Isso, assinalou, servirá para mapear o crime organizado na fronteira.

De acordo com o ministro, é preciso que a sociedade esteja atenta para esse problema. "A sociedade tem que despertar para esse problema grave da violência, que é muito vinculado ao tráfico de drogas e de armas. Quando as pessoas estão consumindo drogas, não podem esperar por um Brasil tão seguro.”

Acordo semelhante, segundo o ministro, está sendo proposto ao Paraguai e pode ser assinado em breve. O Brasil também pretende que o mesmo tipo de cooperação seja estabelecida com o Uruguai, a Colômbia e o Peru. De acordo com Barreto, a meta é ter um sistema mais efetivo de combate aos crimes na fronteira em toda a América do Sul.

Também foi aprovado hoje, durante a reunião de ministros das Relações Exteriores do Mercosul e de países associados, o mandado de captura de pessoas procuradas pela Justiça, projeto que já tinha sido assinado pelos ministros de Justiça.

Foto: Agência Brasil
Acordo semelhante, segundo o ministro, está sendo proposto ao Paraguai e pode ser assinado em breve.

O acordo abrange os quatro países do Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai), além da Bolívia, Equador, Colômbia e Peru. Por meio da expedição do Mandado Mercosul de Captura será permitida a prisão de pessoas foragidas da Justiça no território de qualquer um desses países. Elas serão entregues aos países onde estão sendo procuradas sem a necessidade de processo de extradição.

O acordo sobre Mandado Mercosul de Captura e Procedimentos de Entrega ainda precisará ser aprovado pelos legislativos de todos os países do bloco, o que, segundo o ministro, deve ocorrer no próximo ano.
 

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Corregedoria regulamenta autuação e distribuição de inquéritos


Novo provimento foi baixado pelo Corregedor Geral da Justiça, Desembargador João Rebouças.

Por Tribunal de Justiça


Um novo provimento regulamentando a autuação e a distribuição dos inquéritos policiais foi baixado pelo Corregedor Geral da Justiça, Desembargador João Rebouças. Com o objetivo de desburocratizar a tramitação dos inquéritos policiais e em busca de atender a Meta 8 do Conselho Nacional de Justiça que prevê a implantação de um Plano de Gestão das Varas Criminais e de Execução Penal, o provimento 66/2010 determina que, quando de sua primeira remessa ao Ministério Público, os inquéritos policiais deverão ser antes encaminhados para a vara competente para ser feito o cadastro, sem que seja realizada distribuição.

Os autos dos inquéritos já cadastrados, em caso de novos requerimentos de prorrogação de prazo para a conclusão das investigações policiais, serão encaminhados pela Polícia Civil diretamente ao Ministério Público Estadual, sem a necessidade de intervenção do Poder Judiciário, dando mais rapidez e agilidade na tramitação.


No caso de retorno indevido de inquérito policial já distribuído ou cadastrado junto ao Judiciário, os autos serão automaticamente encaminhados ao Ministério Público, que ficará a cargo de determinar novo prazo para conclusão das investigações, sem a necessidade de determinação judicial nesse sentido.


O Provimento entra em vigor no dia 1º de março do próximo ano. A partir daí as unidades judiciais de Primeiro Grau ficam dispensadas de lançar nos seus relatórios estatísticos os inquéritos policiais quando desacompanhados de denúncia ou queixa, ainda não concluídos que contenham mero cadastro, tendo em vista que não comportam o exercício de atividade jurisdicional.


As armas e outros objetos apreendidos nos inquéritos policiais serão encaminhados à distribuição, e guardados no depósito.


Os inquéritos distribuídos antes da entrada em vigor do Provimento devem ser remetidos ao Ministério Público até 30 de abril de 2011.


O provimento disciplina ainda a forma de apresentação dos pedidos da autoridade policial ou do Ministério Público, que devem estar separados do inquérito a fim de serem distribuídos a uma das varas criminais e também dispõe sobre as hipóteses de prevenção em casos como a comunicação de prisão em flagrante ou qualquer forma de constrangimento aos direitos fundamentais; representação ou requerimento para a decretação de prisões de natureza cautelar; requerimento de medidas constritivas ou de natureza acautelatória.


Quando for oferecida a denúncia, requerido o arquivamento ou a extinção da punibilidade pelo Ministério Público, ou ofertada a queixa, o pedido deverá ser apresentado nos próprios autos do inquérito, que será distribuído a uma das varas criminais, observadas as hipóteses de prevenção de juízo previstas na legislação.


A íntegra do Provimento está disponível no site da Corregedoria Geral da Justiça no www.corregedoria.tjrn.jus.br.

 

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Coletiva explica caso de adolescente que chegou ao RN com agulhas no corpo


Foi retirada da jovem 13 agulhas de costura. A vítima teria chegado ao RN de carona e em Mossoró comprou a passagem para Natal.

Por Geraldo Miranda


O delegado da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DCA), Luiz Lucena, realizou no final da tarde desta quinta-feira (16) uma coletiva, onde foram mostradas as radiografias feitas na menor de idade que deu entrada ontem no Hospital Maria Alice Fernandes, na zona Norte de Natal.

Foram retiradas da adolescente 13 agulhas de costura, onde maioria estava oxidada e duas de partiram dentro do corpo da jovem. O delegado informou também que a adolescente ainda não foi ouvida pela polícia, e que os policiais aguardam que ela se recupere para ser ouvida.

Luiz Lucena também informou que a adolescente fugiu da casa de seus pais adotivos em Fortaleza/CE, onde de acordo com a vítima ela sofria abusos constantes e era vitima de violência doméstica.

A vítima teria chegado no Rio Grande do Norte de carona com um caminhoneiro e ao chegar em Mossoró ela comprou uma passagem de ônibus para Natal. Ao chegar em Natal a jovem procurou ajuda em um Igreja Evangélica que a encaminhou para um casal, que a encaminhou ao Conselho Tutelar.

Após a decisão do Conselho a jovem foi encaminhada a uma casa de passagem, mas ao chegar ela reclamava de dores e foi conduzida ao hospital. O delegado informou também que recebeu informações do Ceará, onde afirmavam que a adolescente era maior de idade e tinha 22 anos.

“Recebi informações do Ceará que a então adolescente tem na verdade 22 anos. Já solicitei aqui um exame nos ossos da vítima para saber se ela realmente é menor de idade, o resultado deverá sair nos próximos dias”, afirma o delegado.
 

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PM estoura boca de fumo em Lagoa Azul


Policia prendeu uma jovem e apreendeu 2kg de maconha prensada. Acusada foi encaminhada para a Denarc.

Por Geraldo Miranda


A Polícia Militar estourou uma boca de fumo no conjunto Nordelândia, localizado no bairro de Lagoa Azul, zona Norte da capital na tarde desta quinta-feira (16). De acordo com informações do 4º Batalhão de Polícia da região, uma viatura fazia a ronda e percebeu um movimento suspeito de um menor.

Ao ser abordado, foi encontrado com ele várias trouxinhas de maconha e alguns cigarros prontos para consumo. A PM questionou a origem das drogas e o menor falou que havia comprado em uma casa nas proximidades.

A policia se dirigiu à residência, localizada na Rua dos Canários, também no bairro de Lagoa Azul, e prendeu Edinara da Silva Lins, de 24 anos. Foram encontrados na casa da acusada dois quilos de maconha prensada, uma balança de precisão e mais R$ 400 em dinheiro.

A acusada foi encaminhada pelos policiais para a Delegacia de Narcóticos (Denarc), onde será autuada por tráfico de drogas.
 

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Policiais ganham reality shows e cadeira cativa na TV


Em SP, 'Operação de risco' e 'Polícia 24 horas' acompanham rotina do crime.
No Rio, ex-capitão do Bope se destaca como comentarista do 'RJTV'

Dolores Orosco Do G1, em São Paulo
Seja comentando as megaoperações contra o tráfico na Vila Cruzeiro ou Alemão, no Rio, seja atendendo ocorrências de crimes passionais, em São Paulo, a figura do policial tem sido cada vez mais presente na TV brasileira. Mas o apresentador raivoso e barulhento, que esmurra a bancada para demonstrar sua indignação com a criminalidade, está saindo de moda.
Em um telejornal como o "RJTV", o ex-capitão do Bope Rodrigo Pimentel analisa o lado técnico das ações policiais. E, nos programas sobre violência urbana, os novos astros são policiais em ação, num formato televisivo mais pop: o reality show.
Polícia 24 horasCenas do "Polícia 24 horas": programa segue equipes policiais em ocorrências por SP. (Foto: Divulgação)
Diferente do caçador de traficantes fardado mostrado no cinema, o “capitão Nascimento da TV” dirige sua viatura em alta velocidade para perseguir ladrões de carros, apartar “desinteligências” entre vizinhos e até resgatar o gatinho da aposentada no telhado. Tudo acompanhado do produtor e do cinegrafista de uma emissora.
Seguem essa linguagem o “Operação de risco“, da Rede TV!, e o “Polícia 24 horas”, da Band. As duas atrações estrearam este ano e rendem índices significativos de audiência para os canais.
Apresentado por Alexandre Zakir, ex-delegado do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) e atualmente corregedor da Secretaria Estadual de Saúde, o “Operação de risco” exibe o desenrolar de até três casos atendidos pelas polícias Militar, Civil e Científica.
Alexandre ZakirAlexandre Zakir, que apresenta o "Operação de
risco" na Rede TV!. (Foto: Reprodução/Medialand)
Segundo Zakir, semanalmente, são gravadas mais de 2.000 horas de ocorrências em diversos pontos de São Paulo e o roteirista Beto Ribeiro transforma os “QRUs” - chamados pelo rádio - em histórias interessantes para o espectador.
“Faço algumas adaptações no texto, com adequações de termos jurídicos. Os policiais têm seus neologismos, então também ajudo a traduzi-los para o público”, conta o apresentador.
Zakir explica o êxito do formato como “tendência que atende uma necessidade do público”. “Acho que as pessoas cansaram dos antigos policialescos, que só serviam para aumentar a sensação de insegurança. Mostravam-se os crimes, a revolta, mas nunca o que a polícia estava fazendo para acabar com aquilo”, opina o apresentador. “Agora o telespectador tem dimensão do problema, mas sabe que há policiais trabalhando empenhados, que se arriscam dia-a-dia para combater o crime”.
“Cops” brasileiroAcompanhar a rotina policial em uma grande metrópole não é inovação da TV brasileira. Nos Estados Unidos, séries como “Cops” já usam o formato desde 1989.
Bem parecido com o "primo” americano é o “Polícia 24 horas”, da Band. Trazido pela produtora argentina Eyeworks Cuatro Cabezas – a mesma do humorístico “CQC” – o programa não tem apresentador, traz apenas os policias em campo, numa edição dinâmica e, dependendo da ocorrência, acrescentando até pitadas de humor.
“Acho que as pessoas cansaram dos antigos policialescos, que só  serviam para aumentavar a sensação de insegurança. Mostravam-se os crimes, mas nunca o que a polícia estava fazendo para acabar com aquilo”
Alexandre Zakir, ex-delegado do DHPP e apresentador do 'Operação de risco'
Casos mais sérios, como perseguição a um chefão do tráfico, têm músicas de suspense como trilha sonora. Mas é comum o uso de sonoplastia engraçadinha em episódios como discussões acaloradas de trânsito ou jovens suspeitos que urinam nas calças ao serem abordados para revistas.
“Esses elementos são utilizados somente para reforçar as situações absurdas que a polícia deve enfrentar no dia-a-dia”, explica Juan José Buezas, diretor do “Polícia 24 horas”. “O programa mostra como a polícia pode intervir no cotidiano da comunidade não só em ações que incluem confrontos, mas também como peça-chave na vida dos bairros”, completa.
Porta-voz da Polícia Militar de São Paulo, o capitão Sérgio Marques é quem encaminha a emissora a rotina dos batalhões a serem filmados. “Os policiais recebem a orientação de agir naturalmente, seguindo os procedimentos operacionais padrão. Claro que ele terá que zelar pela segurança da equipe de TV que leva na viatura. Nós obrigamos todos a usar colete à prova de balas”, esclarece.
Rodrigo PimentelRodrigo Pimentel conquistou cadeira cativa no 'RJTV'
(Foto: Reprodução/RJ TV)
Marques descarta a possibilidade de os militares cometerem atos de heroísmo em frente às câmeras para ganhar mais visibilidade nos programas. “Nesse aspecto a gente fica bem tranquilo, porque o testemunho de uma equipe de televisão garante transparência às ações desses policiais. Se ele cometer alguma infração, sabe que será punido com rigor”.
Versão cariocaEspecialistas em segurança pública concordam que ainda não existe a possibilidade de um “Cops” versão carioca. “Seria muito arriscado para uma equipe de TV acompanhar a nossa rotina. O policial do Rio de Janeiro enfrenta armas de guerra em confrontos”, opina o capitão Ivan Blaz, chefe de comunicação do Batalhão de Operações Especiais (Bope).
Acho que qualquer policial do Rio de Janeiro pode fazer uma boa análise do que acontece no dia-a-dia da cidade, com mais propriedade que um acadêmico"
Rodrigo Pimentel, autor de 'Elite da tropa' e comentarista de segurança pública da TV Globo
No entanto, as recentes coberturas midiáticas das ações na Vila Cruzeiro e no Complexo do Alemão tiveram efeito de um “Big Brother” na vida dos militares envolvidos. “A imprensa jogou luz para fatos até então desconhecidos pelos cidadãos. Foi mostrado o drama familiar do policial que ficou cinco dias sem voltar para casa e o quanto os moradores das comunidades ansiavam por aquelas operações”, cita Blaz.
O capitão cita como imagem mais forte mostrada pela imprensa aquela em que dezenas de bandidos fugiram desesperados do cerco policial na Vila Cruzeiro. “Aquelas cenas, transmitidas por diversas emissoras, nos ajudaram na operação seguinte: a realizada no Complexo do Alemão. Os marginais que assistiram àquele momento, certamente desistiram de apresentar alguma resistência à nossa chegada.”
A figura do policial ganhou os holofotes não apenas no acompanhamento in loco das câmeras, mas também como analista de tudo o que estava sendo mostrado nos telejornais. Caso de Rodrigo Pimentel,  ex-capitão do Bope e um dos autores do livro que inspirou o filme “Tropa de elite”, que se tornou comentarista de segurança pública nos programas jornalísticos da TV Globo.
“Acredito que, se essas ações no Rio tivessem acontecido há dez anos, certamente seria um sociólogo ou um antropólogo o convidado a comentar os fatos na TV”, opina Pimentel. “Sempre fui procurado para dar entrevistas, mas nunca para falar olhando diretamente para o espectador, em linha direta. Acho que qualquer policial do Rio de Janeiro pode fazer uma boa análise do que acontece no dia-a-dia da cidade, com mais propriedade que um acadêmico”.
Pimentel destaca que a polícia deve “aproveitar essa fase exposição midiática para se reaproximar da sociedade”. “Desde ‘Tropa de elite’ a autoestima do policial aumentou. Hoje, quando os policiais do Bope treinam na praia, são aplaudidos pela população”, afirma. “Nos meus comentários, tento aproveitar brechas para falar dos salários baixos da categoria, por exemplo. Esse é um reconhecimento que ainda falta para a nossa polícia”.
Claro que a polícia erra, mas ainda temos nossos herois"
Capitão Sérgio Marques, porta-voz da Polícia Militar de São Paulo
O capitão Sérgio Marques, da Polícia Militar de São Paulo, confirma essa “boa fase”. Ele diz que houve aumento das inscrições para a Academia do Barro Branco, de formação de policiais em 2010. “O jovem gosta de adrenalina e isso é o que o cinema e a TV estão mostrando no cotidiano do policial”, explica. “Antes, a imprensa expunha o policial corrupto, cometendo atos de violência. Agora, finalmente, estamos passando por um processo de equilíbrio de informações. Claro que a polícia erra, mas ainda temos nossos herois”.
  

http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2010/12/policiais-ganham-reality-shows-e-cadeira-cativa-na-tv.html

DIREITO PREVIDENCIÁRIO - SALÁRIO-MATERNIDADE, SALÁRTIO-PATERNIUDADE, PENSÃO POR MORTE, AUXÍLIO RECLUSÃO

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