segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Vocabulário policial em Inglês

Vocabulário policial em Inglês

o    2014 WORLD CUP = Copa do Mundo de 2014
o    2016 SUMMER OLYMPICS = Jogos Olímpicos de Verão de 2016
o    AIRCRAFT = aeronave, aeronaves Cf. Gramática: Aeronave
o    AMMUNITION = munição
o    ARMORED VEHICLE = veículo blindado
o    ARMY = Exército o    ARREST (n.) = prisão
o    ARREST (v.) = prender o    ASSAULT = ataque, invasão Cf.Falsos Cognatos: ASSAULT
o    BARRICADE = barreira, barricada
o    BLOCK THE PASSAGE = impedir a passagem o    BOMB = bomba Cf. Pronúncia: B mudo
o    BREAK OUT = eclodir (guerra) o    BULLET = bala
o    BULLETPROOF =  à prova de bala
o    BULLETPROOF VEST = colete à prova de bala
o    BURN = queimar o    BURSTS = disparos (esp. de metralhadora), rajada
o    CARBINE = carabina
o    CIVIL POLICE = polícia civil
o    COCAINE = cocaína
o    COLONEL = coronel Cf. Falsas Gêmeas (cognatas): CORONER x COLONEL
o    CRANE = guindaste
o    CRIME = violência; crime
o    CRIME-RIDDEN = dominado por criminosos
o    DEFENSE MINISTER = Ministro da Defesa
o    DETAIN = deter o    DRUG DEALER = traficante
o    DRUG GANG = gang de traficantes
o    DRUG LORD = chefe do tráfico o    DRUG RING LEADER = chefe do tráfico
o    ELITE POLICE UNIT = unidade de elite da polícia, tropa de elite, forças especiais
o    ENTRY POINTS (INTO SOME SLUMS) = acessos (a algumas favelas)
o    EXCHANGE SHOTS = trocar tiros
o    FAVELA = favela (não é raro o o uso da palavra “favela” em inglês para designar as favelas brasileiras; Cf. SHANTYTOWN, Cf. SLUM)
o    FEDERAL POLICE = polícia federal
o    FIREARM = arma de fogo o    FIRE BACK = responder à bala
o    FIRE ON = atirar em o
    FLEE = fugir, bater em retirada
o    GAIN CONTROL = controlar, tomar o controle
o    GENERAL = general
o    GIVE ONESELF UP = render-se
o    GO ABOUT ONE’S ROUTINES = manter a rotina, viver normalmente, tocar a vida
o    GOVERNOR OF RIO DE JANEIRO STATE = governador do Rio de Janeiro
o    GRENADE = granada
o    GUNFIRE = tiros
o    GUNPOWDER = pólvora o    GUNSHOTS = tiros
o    HEAVY WEAPONS = armamento pesado o    HELICOPTER = helicóptero
o    HILLTOP = no alto do morro
o    HOMEMADE BOMB = bomba de fabricação caseira Cf. Pronúncia: B mudo
o    HOST = sediar
o    INCURSION = incursão, invasão
o    INSTITUTION = presídio (em contexto)
o    LAUNCH (THE ATTACKS) = realizar (os ataques)
o    LAW-ABIDING RESIDENTS = gente de bem, trabalhadores
o    LIVE IN PEACE = viver em paz
o    LOCKUP = presídio de segurança máxima
o    MACHINE GUN = metralhadora
o    MARIJUANA = maconha (marirruana)
o    MARINE CORPS = Corpo de Fuzileiros Navais
o    MARINES = fuzileiros navais
o    MASSIVE = maciço, de grandes proporções Cf. Falsos Cognatos: MASSIVE
o    MAXIMUM-SECURITY PRISON = presídio de segurança máxima
o    MILITARY COMMANDER = comandante militar
o    MILITARY POLICE = polícia militar
o    NAVY = Marinha
o    NEIGHBORHOOD = bairro, comunidade
o    NEWS AGENCY = agência de notícias
o    NIGHT-VISION GOGGLES = óculos de visão noturna
o    NORTHERN RIO = zona norte do Rio o    NURSERY = creche
o    OFFICER = policial; oficial Cf. Falsos Cognatos: OFFICER
o    OFFICIAL = autoridade Cf. Falsos Cognatos: OFFICIAL
o    PARATROOPER = paraquedista o    PATROL (v.) = patrulhar
o    PEACE = paz o    PISTOL = pistola
o    POINT-BLANK = à queima-roupa Cf. Como se diz “à queima-roupa” em inglês?
o    POLICE OFFICER = policial o    POLICE PRESENCE = presença da polícia; efetivo policial
o    PRISONER = detento, presidiário Cf. Ortografia: Prisioneiro
o    PUBLIC SECURITY SECRETARY = Secretário de Segurança Pública
o    PULL THE TRIGGER = puxar o gatilho Cf. Falsos Cognatos: PUSH
o    QUELL (VIOLENCE) = conter (violência) o    REDOUBT = fortificação, reduto
o    REINFORCEMENT = reforço policial
o    RESPOND = reagir, responder Cf. Falsos Cognatos: RESPOND
o    RESTORE ORDER = restabelecer a ordem o    REVOLVER = revólver o    RIFLE = rifle
o    SAFETY = segurança Cf. Falsas Gêmeas: SAFETY x SECURITY
o    SECURITY = segurança
o    SECURITY FORCES = polícia, as polícias, órgãos da segurança pública
o    SEIZE = apreender (geralmente armas, drogas e objetos furtados)
o    SET SOMETHING ABLAZE = atear fogo
o    SHANTYTOWN = favela (Cf. SLUM; Cf. FAVELA)
o    SHOTGUN = espingarda Cf. Vocabulário: SHOTGUN
o    SHOW OFF = apresentar (esp. quando a polícia aprensenta armas, drogas, objetos furtados etc. para a imprensa)
o    SLUM = favela (Cf. SHANTYTOWN; Cf. FAVELA)
o    SOLDIER = soldado
o    SPECIAL OPERATIONS BATTALION = batalhão de operações especiais, BOPE
o    STEAL = furtar
o    STRAY BULLET = bala perdida Cf. Expressões Idiomáticas: Bala perdida o    STRONGHOLD = reduto, fortaleza, base
o    SURRENDER = entregar-se
o    SURROUND = cercar o    SUSPEND CLASSES = suspender as aulas
o    SWEEP (n.) = varredura
o    TAKE COVER = proteger-se (geralmente em tiroteios)
o    TAKEOVER = tomada, coquista, ocupação
o    TANK = tanque o    TERRIFY = aterrorizar
o    THE MILITARY = as forças armadas
o    TO BE DISPATCHED = ser enviado (tropas)
o    TO BE INJURED = ferir-se, sofrer ferimentos
o    TO BE SHOT AND KILLED = ser morto a tiros
o    TORCH = incendiar
o    TRAFFIC = tráfico Cf. Como digo “tráfego” e “tráfico” em inglês? o   
TRAFFICKER = traficante
o    TRIGGER = gatilho
o    TROOP = tropa; soldado (na frase “600 TROOPS”, a tradução é “600 soldados” e não “600 tropas”!)
o    UNDER SIEGE = sitiado
o    UNREST = distúrbio, perturbação (da ordem), protesto
o    WEAPON = arma

Referências

http://www.teclasap.com.br/2010/11/28/vocabulario-sobre-a-violencia-no-rio/franquias

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A névoa sobre o assassinato do casal de PMs em São Paulo

A névoa sobre o assassinato do casal de PMs em São Paulo

Casal de policiais assassinados
Logo quando a notícia sobre o assassinato do casal de policiais militares em São Paulo veio a público, a primeira coisa que veio à cabeça de quem tem o mínimo de convivência com as dinâmicas da segurança pública no país, foi a relação com o Primeiro Comando da Capital, organização criminosa de destaque no estado (e em várias outras partes do país, como se sabe). Para os espectadores, era provável que aquele fosse mais um episódio da “guerra particular” que o PCC travava com integrantes das polícias paulistas – principalmente em se tratando de um PM integrante da Rota.
No decorrer do caso, uma versão surpreendente surgira, sustentada pelos investigadores do crime: os policiais militares, mais suas parentes também assassinadas, tinham sido mortas pelo filho do casal, de 13 anos, que posteriormente cometeu suicídio.
A previsão para a conclusão dos laudos periciais está prevista para daqui a 20 dias, momento que tem criado expectativa em quem acompanha o caso, já que dois fatos lançaram uma névoa sobre a assertividade das investigações na versão do crime em família:1. Uma vizinha diz ter visto PM pular muro de casa antes de crime ser notificado2.O comandante da PFem disse que a policial morta denunciou colegas dias atrás.
O ponto é que o Governo de São Paulo “apertou” o comandante da policial, que mudou sua versão após a constatação de que, sem qualquer registro formal da denúncia por parte da policial, ele não poderia ter afirmado tal fato. Ou se omitiu ao não formalizar a denúncia ou falou o que não ocorrera:
O secretário da Segurança Pública de São Paulo, Fernando Grella Vieira, afirmou que o coronel Wagner Dimas, que disse não acreditar que o estudante Marcelo Pesseghini, 13, tenha matado a família e se matado em seguida, terá que prestar esclarecimentos à corporação.
O jovem é suspeito de ter atirado nos pais, o casal de PMs formado pela cabo Andreia Pesseghini, 36, e o sargento Luis Marcelo Pesseghini, 40, na casa da família na Brasilândia (zona norte). Além deles, foram mortas a avó e a tia-avó do garoto.
Na quarta-feira, o coronel, que comandava o batalhão onde Andreia atuava, disse em entrevista à rádio Bandeirantes que ela havia denunciado colegas de farda por envolvimento em roubos de caixas eletrônicos.
No dia seguinte, ele voltou atrás e disse que “se perdeu” na entrevista. O recuo foi feito em depoimentos à Corregedoria da PM e ao DHPP (departamento de homicídios da Polícia Civil).
“Não temos informação em Corregedoria, no comando geral e no próprio batalhão [onde Andreia atuava] de que a mãe do garoto teria delatado colegas”, disse Grella.
O secretário disse que foi instaurado um procedimento interno para que o coronel preste esclarecimentos.
“Queremos saber por que ele falou isso, se tem fundo de verdade ou não tem. Porque, se ele sabia dessa denúncia e não tomou providência, houve uma irregularidade”, afirmou.
A Folha apurou que as declarações de Dimas irritaram o comando da corporação, já que batiam de frente com a investigação da Polícia Civil.
Para Grella, não há nenhum dado objetivo que enfraqueça a hipótese de homicídio seguido de suicídio.
O ponto é que, em termos políticos-institucionais, para o Governo de São Paulo, a versão da autoria do filho do casal encerra todas as questões relativas a este crime bárbaro em um desvio de conduta individual, ou familiar, já que os pais teriam ensinado o adolescente a dirigir e manusear arma de fogo. Caso esta versão seja refutada, as questões passam a ser outras, muitos mais desgastantes e  dignas de discussão e investigação política.
De qualquer modo, torcemos para que os efeitos desta tragédia cessem o mais breve possível, e que a verdade venha à tona.






A desmilitarização das polícias civis?





Polícia Civil
Desculpem os desavisados, mas não aceito falar em desmilitarização se não incluirmos neste “bolo” as polícias civis. E mais: as guardas municipais e as agências penitenciárias – que legitimamente reivindicam o status de polícias. Sim, a reivindicação é escandalosa e pode parecer contraditória, mas é isso: o termo “desmilitarização”, quando empregado por quem sente as dores dos desvios das polícias brasileiras, abrange todas essas instituições.
Me refiro principalmente a dois personagens: ao cidadão que é aviltado em sua integridade física, moral ou psicológica por um agente público que é pago para utilizar a força na garantia de direitos e deveres. E ao agente público de uma dessas instituições que é aviltado em seus direitos, tendo reduzida sua cidadania simplesmente por fazer parte de uma instituição que tem como função garantir cidadanias. Estas duas questões envolvem todas as corporações policiais que conhecemos: polícias militares, polícias civis, agências penitenciárias, guardas municipais e, por que não dizer, intuitivamente com menos ênfase (até por causa da natureza da função), polícias federais.
Com isso sanamos um claro problema terminológico sobre o que as pessoas estão falando sobre “desmilitarização”. O policial que quer “desmilitarizar” quer direito de cidadão. O cidadão que quer “desmilitarizar” quer ser tratado como cidadão.
Chovem pelo Brasil guardas municipais com uniforme camuflado e grupamentos “especiais” de repressão. Vira e mexe noticia-se tortura praticada por agentes penitenciários ou policiais civis. Não quero poupar as polícias militares: onde está o Amarildo?
Um pouco de honestidade intelectual e desapego do cobertor institucional é do que precisamos. Instituições nascem, crescem, se modificam e até morrem – simplesmente porque foram feitas para resolver problemas, e quando deixam de fazê-lo, ou passam a fazer parte dele, precisam se reinventar. Fique tranquilo: você continuará sendo humano, profissional e, provavelmente, policial.


Perigo nas abordagens


Risco de vida
Perigo nas abordagens

Perigo nas abordagens
 
Sua vida corre risco
 
Quem não teve o dissabor de ser abordado quando passeia com sua Motocicleta?
 
A abordagem, porquanto seja discutida a sua legalidade, por si só poderia ser entendida pelo cidadão como procedimento inerente à segurança pública, entretanto o próprio cidadão não tem a menor noção da sua exposição ao perigo iminente.
 
Alguns fatores contribuem para o risco e é nesse ponto que as autoridades relevam a vida do cidadão ao patamar da descartabilidade, senão vejamos:
 
1 – O policial que aborda, por mais treinado que seja, também é um ser humano, portanto, falível;
 
2 – Esse mesmo policial, por ser um ser humano, também tem seus receios, seus medos;
 
3 – Para o policial que aborda, todo Motociclista é um bandido em potencial;
 
 
4 – A prática nas abordagens é apontar a arma de fogo para o abordado, mesmo com o dedo indicador fora do gatilho (forma de segurança que na maioria das vezes é descuidado);
 
 
5 – O armamento utilizado é um mecanismo e, como tal, é passível de defeitos, sem contar com o nervosismo e o stress natural do policial.
 
 
Ora, em treinamento, e quem entende do assunto sabe muito bem, a “posição sul” é a forma mais segura em uma abordagem, tanto para o policial quanto para o abordado. Na prática, a “posição sul” favorece a mesma rapidez para o disparo consciente, mas não oferece o risco do disparo acidental ou precipitado.
 
 
Imaginemos que ao sermos abordados o polícia aponte sua arma de fogo para nós como gesto intimidatório e coercitivo.
 
E se houver um disparo acidental?
 
Você morre e o polícia continuará matando mais cidadãos.
 
Acessem o link e vejam o risco que corremos, pois a arma mostrada no vídeo é a mesma utilizada pela polícia nas abordagens. Trata-se de uma FAMAE MT 40 projetada pela indústria chilena FAMAE em 1996 e produzida no Brasil pela Taurus.
 
Observem no vídeo que trata-se de uma instrução de tiro onde o instrutor, muito competente, mantém o cano da arma em direção segura e seu dedo indicador está todo o tempo fora do gatilho. Observem também que a arma está com a trava de segurança acionada.
Clique aqui  (liquem o som)


PEC da Impunidade

Change.org
A nova PEC da Impunidade será votada nesta quarta-feira. Assine agora para defender o Ministério Público:
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Janildo da Silva -
O Brasil inteiro se levantou contra a PEC 37 e a pressão popular consegui derrubá-la. Agora, outra PEC, tão perigosa quanto, será votada em 2 dias na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo(ALESP).
Se aprovada, a PEC 01 determinará que uma única pessoa, o Procurador-Geral de Justiça, poderá investigar os 94 Deputados Estaduais, mais de 600 prefeitos e inúmeros secretários de Estado, o que é humanamente impossível para uma única pessoa. 
Eles perderam no nível federal e agora a estratégia é tentar garantir a impunidade nos estados. Se for aprovada em São Paulo, esta PEC poderá abrir um precedente para outros estados criarem propostas similares.
O presidente da Associação Paulista do Ministério Público (APMP), Felipe Locke Cavalcanti, irá entregar o abaixo-assinado AMANHÃ, em mãos para o Presidente da ALESP, o deputado estadual, Samuel Moreira.
Você pode ajudar São Paulo a derrotar a PEC 01, para que a próxima proposta pela impunidade não seja no seu Estado.  
Obrigada,
Graziela Tanaka, Change.org

Este email foi enviado pela Change.org para ajanildo@yahoo.com.br. Você pode editar suas preferências de email ou cancelar a assinatura dos emails da Change.org.
Endereço para correspondência: Change.org · 216 W 104th St., #130 · New York, NY 10025

COMBATE VELADO | SAQUE VELADO | LADO R FT ANDRADE COMBAT | PARTE 1-25

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