segunda-feira, 28 de junho de 2010

Neuer admite ter enganado árbitro em gol não validado para a Inglaterra


Das agências internacionais
Em Johanesburgo (África do Sul)
  • Manuel Neuer não consegue evitar gol, mas conta com erro do árbitro uruguaio Jorge Larrionda Manuel Neuer não consegue evitar gol, mas conta com erro do árbitro uruguaio Jorge Larrionda
O goleiro da seleção alemã Manuel Neuer admitiu que confundiu o árbitro uruguaio Jorge Larrionda ao colocar rapidamente em jogo a bola após o chute de Frank Lampard que entrou no gol e causou críticas para a arbitragem e a Fifa com a não validação do que seria o gol de empate da Inglaterra contra a Alemanha na derrota por 4 a 1.
A bola bateu na parte inferior do travessão e bateu em torno de 30 cm dentro da linha, mas o goleiro Neuer logo pegou a bola e saiu jogando rapidamente como se nada tivesse acontecido.
“Estava seguro de que havia passado a linha, mas acho que minha reação ao sair jogando tão rapidamente confundiu o árbitro e lhe fez pensar que a bola não havia entrado”, declarou o goleiro alemão após a partida em Bloemfontein.
Manuel Neuer revelou que após a partida reviu a jogada pela televisão quando foi realizar o exame antidoping logo após o encerramento do confronto e a garantia de classificação para as quartas de final da Copa do Mundo.
“E, no efeito, a bola entrou e deveria ser gol para a Inglaterra. Foi sorte nossa e azar para eles”, afirmou o jogador alemão.
O goleiro afirmou que o gol não teria mudado a sequência da partida que teve mais dois gols alemães marcados por Thomas Müller para completar a vitória.
“Foi apenas um incidente, importante sim, mas acho que fomos muito mais fortes e merecemos ganhar, independentemente disso. Se olhar o andamento da partida, acho que poderíamos marcar os gols que precisávamos”, completou Neuer.

http://copadomundo.uol.com.br/2010/ultimas-noticias/2010/06/28/neuer-admite-ter-enganado-arbitro-em-gol-nao-validado-para-a-inglaterra.jhtm 

Estádio das Dunas pode virar "elefante branco", diz estudo

Tribuna do Norte Dos 12 estádios que serão construídos ou reformados para a Copa de 2014, ao menos sete podem virar “elefantes brancos” após o evento. O alto custo das obras, conjugado a uma estimativa irreal da demanda no pós-Copa, poderá afastar eventuais investidores e deixar ao poder público um legado negativo. Um deles é o estádio das Dunas, que será erguido no lugar do Machadão.

A conclusão é da consultoria Crowe Horwath RCS, que acaba de lançar o estudo “Gestão do ativo estádio – Viabilidade econômico-financeira de estádios e arenas para a Copa de 2014”.

Segundo o levantamento, o Brasil investirá R$ 5,3 bilhões nos estádios da Copa, sendo que R$ 4,8 bilhões, ou 92%, virão de financiamento público. O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) abriu linha de crédito de R$ 400 milhões por arena.

Para a Copa de 2006, na Alemanha, a relação foi inversa. Dos U$ 1,9 bilhão gastos com estádios, apenas 38% foram bancados pelo poder público, fator que comprova a viabilidade dos empreendimentos no país europeu.

Pelos cálculos da consultoria, um estádio de R$ 500 milhões deve ter um fluxo de caixa líquido de R$ 10 milhões anuais, durante um período de 15 a 20 anos, apenas para zerar o investimento. Para o negócio se tornar atraente, esse número deve girar em torno de R$ 18 milhões a R$ 25 milhões.

“Atualmente, nenhum estádio brasileiro tem esse retorno”, diz Amir Somoggi, diretor da área Esporte Total Crowe Horwath RCS. Para ele, os estádios de Brasília, Cuiabá, Fortaleza, Manaus, Natal, Recife e Salvador são fortes candidatos a virarem “elefantes brancos” depois da Copa.

Redução de custos
Segundo o estudo, a receita para que as arenas da Copa evitem se tornar deficitárias é redução dos custos. Os R$ 5,3 bilhões deveriam cair para algo em torno de R$ 4 bilhões. “Além disso, somente projetos integrados com setores da iniciativa privada, como o imobiliário e o hoteleiro, e o fortalecimento do futebol local, podem gerar retorno ao investimento em certos estádios“, diz Somoggi.

Para o retorno do investimento, segundo o estudo, os clubes têm que combinar a receita de bilheteria com a geração de novas rendas de serviços e marketing. O exemplo, novamente, é a Alemanha, onde os investimentos nos estádios catalisaram o aumento de receitas do futebol.

De 2003 para cá, o faturamento dos 36 times da primeira e segunda divisões alemã, a Bundesliga, aumentou de 1,28 bilhão para 2 bilhões de euros, tornando-se o segundo maior da Europa. Apenas com estádios, as receitas chegaram a 425 milhões de euros na temporada 2008-2009.

Segundo o estudo, o Brasil terá muito trabalho pela frente se pretende colher um legado comparável ao alemão. Em 2008, as receitas com estádios nas séries A e B somaram apenas R$ 190 milhões, a maior parte com venda de ingressos.

A consultoria estima que, até 2014, esse número possa chegar a R$ 400 milhões, principalmente por meio da diversificação de serviços oferecidos e do aumento do preço médio dos ingressos, que já sobe 15% ao ano desde 2005.

Mesmo assim, o grande desafio é atrair o torcedor aos estádios. Enquanto a média alemã é de 42.565 torcedores por jogo, a brasileira é 17.807 - inferior até mesmo à primeira liga japonesa, que atrai 19.278 pessoas, em média, a cada partida.

* Fonte: Portal Copa 2014.

Média de gols supera pela primeira vez a mínima da Copa de 1990


Tribuna do Norte
A média de gols por partida da Copa do Mundo da África do Sul superou pela primeira vez, graças aos jogos entre Alemanha-Inglaterra e Argentina-México, disputados no domingo, a mínima da história da competição, estabelecida em 1990 na Itália.

Com os placares destes jogos - 4 a 1 e 3 a 1, respectivamente - a Copa completa um total de 116 gols em 52 jogos, o que representa 2,23 gols por partida, frente a 2,21 registrados no mais pobre Mundial do ponto de vista de gols, o de 1990 na Itália.

A recuperação aconteceu como consequência da melhora no rendimento ofensivo notado no início das oitavas-de-final, onde todas as equipes buscaram a vitória e marcaram pelo menos um gol.

Esta circunstância permitiu um registro de quase quatro gols por jogo, já que foram feitos 15 gols em quatro partidas.

* Fonte: Portal Copa 2014.


Perto de recorde, Klose tem média pior que Ronaldo e Pelé

Atacante da seleção alemã também fica bem longe da média de gols por jogo do compatriota Gerd Müller
Por Marcos Felipe Direto de Pretória, África do Sul

klose alemanha coletivaKlose na coletiva (Foto: agência AP)
Na busca para ser o maior artilheiro da história das Copas, o atacante Miroslav Klose ficou mais perto da marca no último domingo. O jogador do Bayern anotou o primeiro na vitória de 4 a 1 da Alemanha sobre a Inglaterra e está com 12, três a menos que o recordista, o brasileiro Ronaldo.
- (Essa marca) significa muito para mim e é fantástico tudo o que está acontecendo. Ainda mais pelo fato de eu poder estar ajudando o meu time (a vencer). Mas também tenho que agradecer aos meus companheiros pelos passes e cruzamentos para eu ter a chance de fazer gols - disse.

O tento anotado em Bloemfontein deixou Klose com o mesmo número de gols de Pelé e a dois do compatriota Gerd Müller. No entanto, apesar de estar perto do recorde, o matador germânico ainda tem um aproveitamento bem abaixo do trio até agora.
Em 17 jogos que disputou em três Mundiais (2002, 2006 e 2010), Klose tem uma média de 0,7 gols por jogo e fica atrás Ronaldo (0,78), Pelé (0,86) e de Müller que possui uma contagem impressionante: em apenas duas Copas que participou, o lendário atacante alemão anotou 14 gols em 13 jogos, com uma média superior a um tento por partida (1,07).

Na história da seleção da Alemanha, Miroslav Klose, artilheiro do Mundial de 2006 com cinco gols, também está bem atrás de Gerd Müller em números absolutos. Em 99 jogos disputados, o atual camisa 11 germânico anotou 50 gols, enquanto o ex-atleta do Bayern de Munique balançou as redes 68 vezes em 62 aparições pela equipe nacional.

http://globoesporte.globo.com/futebol/copa-do-mundo/alemanha/noticia/2010/06/perto-de-recorde-klose-tem-media-pior-que-ronaldo-e-pele.html

sábado, 26 de junho de 2010

Dívida de servidor público não pode gerar punição disciplinar

 

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http://www.delegados.com.br/juridico/divida-de-servidor-publico-nao-pode-gerar-punicao-disciplinar.html, 23 de Junho de 2010 22:14

JURÍDICO

A inadimplência em dívidas contraídas na vida privada do policial não constitui causa legítima para fundamentar a sua punição disciplinar, e não pode assim gerar processo administrativo ou Sindicância.De mais a mais, não há de se confundir o dever de probidade no serviço público, com noções movediças de honra da instituição, ou ‘imagem do policial federal’

A inadimplência em dívidas contraídas na vida privada do policial não constitui causa legítima para fundamentar a sua punição disciplinar, e não pode assim gerar processo administrativo ou Sindicância. Essa é a decisão do relator da matéria no Supremo Tribunal Federal, ministro Cezar Peluso. Ele diz em voto que não há como harmonizar o dispositivo legal de punição com o disposto na Constituição Federal, que erigiu o princípio da dignidade do ser humano (art. 1º, III) e o princípio da ampla defesa e do contraditório, inclusive nos feitos administrativos (art. 5º, LV). “Estes princípios não podem ser, em hipótese alguma, menoscabados quando da responsabilização do servidor público. O fato de o servidor não saldar as suas dívidas não é causa legítima que autoriza a sanção administrativa”, escreveu o ministro.

O Supremo Tribunal Federal firmou jurisprudência em torno da não recepção do artigo artigo 43 em seus incisos V, VI e XXXV da Lei 4.878/1965, que rege os policiais federais, a partir de ação de autoria do Sindicato dos Policiais Federais no Ceará, impetrada pelo policial federal e advogado Belton Gomes.

Leia o voto do ministro.

STF – RECURSO EXTRAORDINÁRIO: RE 458555 CE

Parte: UNIÃO

Parte: ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO


Parte: SINDICATO DOS POLICIAIS FEDERAIS NO ESTADO DO CEARÁ – SINPOF-CE

Parte: BELTON GOMES DA SILVA FILHO

Relator(a): Min. CEZAR PELUSO

Andamento do processo

Decisão

DECISÃO: 1. Trata-se de recurso extraordinário contra acórdão do Tribunal e assim ementado: “CONSTITUCIONAL E ADMINISTRATIVO. SERVIDOR PÚBLICO. ESTATUTO DO POLICIAL FEDERAL. RECEPÇÃO PARCIAL. RESPONSABILIDADE ADMINISTRATIVA. INADIMPLÊNCIA. IMPOSSIBILIDADE.

1. A lei federal nº 4.878/65 não foi recepcionada integralmente na ordem jurídica posterior à Constituição de 1988.

2. Na aferição da responsabilidade administrativa é de se levar em consideração os fatos vinculados à atividade funcional do servidor público.

3. A inadimplência em dívidas contraídas na vida privada do Policial não constitui causa legítima para fundamentar a sua punição disciplinar, não sendo fato prestante para ser dirimido em Processo Administrativo ou Sindicância.

4. Apelação e remessa oficial improvidas (fl. 254). Sustenta o recorrente, com fundamento no art. 102, III, a, violação aos arts. 1º, III e 5º, LV, da Constituição Federal. Aduz, em síntese, que os incisos V, VI e XXXV, do artigo 43, da Lei nº 4.878/65, teriam “o condão de assegurar o bom desempenho da função policial, tendo inclusive, uma função preventiva quanto à possibilidade de envolvimento criminal do Policial Federal” (fl. 267).

2. Inadmissível o recurso. De fato, merece acolhida a fundamentação do acórdão recorrido, que conferiu adequada interpretação às normas constitucionais, nos seguintes termos: “(…) Não obstante, a partir do advento da Constituição da República de 1988, entendo que a legislação referenciada não se encontra integralmente recepcionada no ordenamento jurídico hodierno. Com efeito, no que tange aos dispositivos apontados pela apelante (art. 43, V, VI, XXXV), não há como harmonizá-los com o disposto na Magna Carta, que erigiu como dogma inexcedível o princípio da dignidade do ser humano (art. 1º, III) e o princípio da ampla defesa e do contraditório, inclusive nos feitos administrativos (art. 5º, LV), que não podem ser, em hipótese alguma, menoscabados quando da responsabilização do servidor público. (…) In casu, o fato de o servidor não saldar as suas dívidas (art. 43, inc. VI), não é causa legítima que autoriza a sanção administrativa.

Como disse, a imputação de falta disciplinar ao servidor público deve quedar na sua esfera funcional, para que assim possa o imputado se defender. (…). De mais a mais, não há de se confundir o dever de probidade no serviço público, com noções movediças de honra da instituição, ou ‘imagem do policial federal’, conforme argumenta a apelante. A vingar este entendimento, sobrepor-se-ia a qualidade do servidor público, de caráter acidental e transitória, à individualidade do ser humano, perene e intransponível, ensachando, pois, uma indevida e autoritária intervenção do Estado na vida do cidadão (…)” (fls. 248-251).

É como bem acentuou o parecer da representante do Ministério Público, Cláudia Sampaio Marques (fls. 287-291): “(…)

9. A conduta praticada pelo recorrido, consistente especificamente na ausência de quitação de dívida caráter civil, de natureza exclusivamente particular, efetivamente não tem o condão de caracterizar infração disciplinar de modo a trazer-lhe como conseqüência a punição pretendida pela Recorrente, cujo argumento basilar consiste na incompatibilidade do comportamento (distorcido) do Recorrido em sua vida privada (inadimplemento de obrigação de natureza civil) e a condição por ele ostentada de policial federal.

10. O desvirtuamento na vida particular do Recorrido, ainda que alvo de severas críticas pela Administração por não se coadunar com postura exigível do agente público em geral, e ainda que se trate de conduta repulsiva e certamente passível de repreensão pelo modo e via adequados, não se mostra apto a lastrear a pretendida punição disciplinar, pois em momento algum verificou-se que a prática -embora reprovável -ocorrera no exercício da função pública ou em razão dela. (…)” (fls. 289-290). 3. Ante o exposto, nego seguimento ao recurso (arts. 21, § 1º, do RISTF, 38 da Lei nº 8.038, de 28.5.90, e 557 do CPC). Publique-se. Int.. Brasília, 9 de julho de 2009.

Ministro CEZAR PELUSO Relator.


Jornal Flit Paralisante
 






















































































































































PCC envia drogas para o RN


Publicação: 25 de Junho de 2010 às 00:00


Andrey Ricardo - do Jornal de Fato

A Polícia Federal deflagrou ontem uma megaoperação nos estados do Piauí, Maranhão que resultou na prisão de 14 pessoas suspeitas de envolvimento com a facção criminosa paulistana Primeiro Comando da Capital (PCC), que supostamente seria responsável por parte do abastecimento de drogas que são revendidas no Rio Grande do Norte. Com a quadrilha, foram apreendidos aproximadamente 70 kg de crack e cocaína, R$ 18,5 mil em dinheiro, carros de luxo, motocicletas e vários outros objetos.

De acordo com a nota divulgada ontem pela Polícia Federal do Piauí, onde foram realizadas as investigações, o esquema de tráfico interestadual de entorpecentes era comandado por pessoas ligadas ao PCC. Eles eram os responsáveis pelo envio das drogas que abasteciam vários estados do Nordeste, inclusive o Rio Grande do Norte. Ainda de acordo com a PF, a droga que era mandada para o RN e Estados vizinhos vinha de São Paulo, cidade de origem do PCC, mas também da região Norte, que faz divisa com os países produtores da cocaína, como o Estado do Amazonas.

Os mandados de prisão, 14 ao todo, foram cumpridos nas cidades de Tersina (capital) e Floriano, ambas no Piaui, e em São Luiz, no Maranhão. Foram cumpridos também 15 mandados de busca e apreensão em estabelecimentos pertencentes aos integrantes da quadrilha. O décimo quinto suspeito foi preso em flagrante durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão. No término da operação, a PF do Piauí apresentou três carros de luxo, duas motocicletas, computadores e outros objetos pessoais que serão submetidos a uma perícia detalhada, além dos R$ 18,5 mil em dinheiro.

O superintendente da Polícia Federal no Piauí, Marcos Antonio Farias, disse através da nota divulgada a imprensa que a “Operação Moisaco”, como foi batizado o trabalho realizado naquele Estado e no Maranhão, faz parte de uma investigação que começou desde 2008 com o objetivo de combater o tráfico local e interestadual. “A operação faz parte do esforço da PF no combate preventivo ao tráfico local e regional, identificando a rota das drogas que vem do Amazonas e de São Paulo, com conexões com traficantes do PCC”, afirmou o delegado federal Marcos, que acompanhou de perto a ação.

http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/pcc-envia-drogas-para-o-rn/152390

Fifa se diz aberta à discussão sobre os problemas da Jabulani

Secretário-geral da Fifa, Jèromê Valcke afirma que entidade se reunirá com projetistas, treinadores e a fabricante da bola para decidir o que será feito

Por Bernardo Eyng Direto de Joanesburgo, África do Sul
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bola da Copa 2010 JabulaniFifa vai discutir a polêmica Jabulani, bola que está
dando trabalho aos goleiros na África(Foto: Divulgação)

Pela primeira vez a Fifa disse que está aberta a discutir a maior polêmica dessa Copa do Mundo: a Jabulani. Desde o início da preparação das seleções para a Copa do Mundo, no final de maio, a bola vem recebendo críticas constantes de jogadores e, principalmente, goleiros de todos os países. Neste sábado, em entrevista coletiva no Soccer City, em Joanesburgo, Jèromê Valcke, secretário-geral da entidade máxima do futebol, revelou que uma reunião será marcada para discutir os problemas da bola mais comentada da história das Copas.

- A Fifa é receptiva ao que vem sendo dito sobre a bola. Teremos uma reunião para falar sobre a bola. Existem regras para o tamanho, o peso da bola. Falaremos com os projetistas, técnicos e então conversaremos com a Adidas (fabricante da bola). Não existe nada mais importante que a bola e ela tem que ser perfeita. Se ela tem problemas, discutiremos com os projetistas e decidiremos o que será feito. – disse Valcke.

Jogadores da seleção brasileira foram responsáveis por alguns dos melhores comentários sobre a bola utilizada na Copa da África do Sul. O goleiro brasileiro Julio Cesar chegou a dizer que a Jabulani parecia com bolas compradas em supermercados enquanto o volante Felipe Mello foi mais longe. Para o camisa 5 da seleção, a bola seria “como uma patricinha, que não gosta de ser chutada”.

Ruim ou não, a bola vem dando trabalho aos goleiros neste Mundial. A quantidade de gols provenientes de falhas dos goleiros é muito grande. Inglaterra, Nigéria, Dinamarca e Argélia são algumas das seleções que sofreram resultados adversos por ca
Fifa se diz aberta à discussão sobre os problemas da Jabulani
Secretário-geral da Fifa, Jèromê Valcke afirma que entidade se reunirá com projetistas, treinadores e a fabricante da bola para decidir o que será feito

Por Bernardo Eyng Direto de Joanesburgo, África do Sul
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bola da Copa 2010 JabulaniFifa vai discutir a polêmica Jabulani, bola que está
dando trabalho aos goleiros na África(Foto: Divulgação)

Pela primeira vez a Fifa disse que está aberta a discutir a maior polêmica dessa Copa do Mundo: a Jabulani. Desde o início da preparação das seleções para a Copa do Mundo, no final de maio, a bola vem recebendo críticas constantes de jogadores e, principalmente, goleiros de todos os países. Neste sábado, em entrevista coletiva no Soccer City, em Joanesburgo, Jèromê Valcke, secretário-geral da entidade máxima do futebol, revelou que uma reunião será marcada para discutir os problemas da bola mais comentada da história das Copas.

- A Fifa é receptiva ao que vem sendo dito sobre a bola. Teremos uma reunião para falar sobre a bola. Existem regras para o tamanho, o peso da bola. Falaremos com os projetistas, técnicos e então conversaremos com a Adidas (fabricante da bola). Não existe nada mais importante que a bola e ela tem que ser perfeita. Se ela tem problemas, discutiremos com os projetistas e decidiremos o que será feito. – disse Valcke.

Jogadores da seleção brasileira foram responsáveis por alguns dos melhores comentários sobre a bola utilizada na Copa da África do Sul. O goleiro brasileiro Julio Cesar chegou a dizer que a Jabulani parecia com bolas compradas em supermercados enquanto o volante Felipe Mello foi mais longe. Para o camisa 5 da seleção, a bola seria “como uma patricinha, que não gosta de ser chutada”.

Ruim ou não, a bola vem dando trabalho aos goleiros neste Mundial. A quantidade de gols provenientes de falhas dos goleiros é muito grande. Inglaterra, Nigéria, Dinamarca e Argélia são algumas das seleções que sofreram resultados adversos por causa de gols sofridos em bolas defensáveis.
usa de gols sofridos em bolas defensáveis.

DIREITO PREVIDENCIÁRIO - SALÁRIO-MATERNIDADE, SALÁRTIO-PATERNIUDADE, PENSÃO POR MORTE, AUXÍLIO RECLUSÃO

  AULA DO DIA 06 DE OUTUBRO DE 2026 FACULDADE ESTÁCIO DE SÁ – CAMPUS NATAL FATERN PROFESSOR TÚLIO CAIO ALUNO: JANILDO DA SILVA ARA...